quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Artigo de Sócrates: a escolha de ser moderno
O texto é um panfleto político, com uma colagem de ideias avulsas que reflectem a sua actuação nos últimos quatro anos: Sócrates governou para a propaganda e para as televisões. Mas o que ressalta com mais evidência do artigo "Uma escolha decisiva" é a palavra "modernização", repetida até à exaustação (onze vezes no texto). Isto leva-nos a concluir que Sócrates pretende passar a imagem de um político moderno, de alguém que iluminado por uma profecia conduz o seu povo à terra prometida.
Já há quatro anos que vamos sabendo a que tipo de modernismo Sócrates se refere: uma cultura de morte, à negação do direito de escolha pelos pais do tipo de educação a dar aos seus filhos como aconteceu com a Lei de educação sexual, ao desdém das raízes católicas do nosso povo, à promoção da homossexualidade (e não apenas ao respeito pelas pessoas), à relativização do casamento, etc.
Por mais que Sócrates fale do futuro - do TGV que não decidiu, do aeroporto que não iniciou, dos hospitais que não construiu, etc. -, a verdade é que o seu conceito de modernismo não passa apenas pela obra que agora promete finalmente fazer. Passa pelos valores que defende e que pretende continuar a implementar por cá.
O modernismo de Sócrates parte do principio de que algumas ideias que surgem na sociedade, e que ele intitula de forças políticas de sinal contrário, são ultrapassadas e um empecilho para se alcançar o progresso. No texto, verificamos que o actual primeiro-ministro assume-se como o terapeuta que vai libertar do nosso inconsciente colectivo "um certo espírito do salazarismo". Ele será o exorcista e a parte da população que não comunga das suas ideias - os possessos pelos demónios do passado e os avessos ao progresso - não irá conter a sua ambição de ir mais longe. Sócrates promete um combate feroz a todos aqueles que se lhe opõem, afirmando sem equívocos, no seu manifesto político, que vai modernizar-nos com os seus doutos conhecimentos progressistas, através das suas reformas modernizadoras.
Tal como Flaubert, o actual primeiro-ministro entende que "é essencial ser absolutamente moderno nos gostos". Pois assumo que prefiro o estilo clássico, assim não corro o risco de ficar fora de moda já a 27 de Setembro, na altura das próximas eleições.
in http://www.oinimputavel.blogspot.com/
sábado, 11 de julho de 2009
A super-escola ou o retrato da escola portuguesa
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7.º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente!
DISCIPLINAS -- ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica
É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
* Currículos Alternativos
* Percursos Escolares Próprios
* Percursos Curriculares Alternativos
* Cursos de Educação e Formação
MAS AINDA HÁ MAIS...
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
* Educação sexual
* Prevenção rodoviária
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
* Preservação do meio ambiente
* Prevenção da toxicodependência
* Etc, etc...
Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?' (possível interpelação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar.É bom que as pessoas percebam que ter filhos acarreta muita responsabilidade - não só a de os alimentar, vestir, comprar telemóveis, mp3, pc, como também, e principalmente : EDUCÁ-LOS!!!!!
Um professor
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Obama e os invertidos
http://americansfortruth.com/news/watch-it-obamas-white-house-speech-celebrating-gay-pride-month.html
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Retorno de aulas em latim em Nova York
As civilizações valem todas o mesmo?
Veja-se a crueldade da «civilização» muçulmana no vídeo anexo.
A lapidação de mulheres é prática corrente entre os muçulmanos. Tal ocorre normalmente quando uma mulher viola gravemente os códigos morais.
Claro que não pretendemos desculpabilizar o adultério, consequência da fraqueza humana, e hoje banalizado no Ocidente pela degradação moral da mulher, principalmente promovida pelo feminismo e pelo anarco-liberalismo.
Mas como resolver tal problema que destrói a família nos seus alicerces? Que humanidade é essa que se permite, a sangue frio, praticar a barbaridade da lapidação em nome da justiça?
Civilizações «diferentes ... todas iguais»???...
Calminha!
Muita calminha!
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A Pepsi arma em inocente e diz que não apoia o lobby homossexual
Lembramos que a AFA já fez capitular a Ford e a Mc Donald através do apelo ao boicote destas marcas.
A ofensiva do PSOE (Partido Socialista da Espanha) sobre a eutanásia
El Parlamento de Andalucía aprobó la semana pasada el `Anteproyecto de Ley de derechos y garantías de la dignidad de la persona en el proceso de la muerte', una ley que ha sido presentada como una iniciativa que dará cobertura legal, además de la asistencial en la Sanidad pública, a los pacientes en estado terminal que opten por interrumpir los tratamientos que los mantienen con vida.
Por otro lado, recientemente el Parlamento de Cataluña ha aprobado en el pleno la apertura de un debate social, político y jurídico sobre la eutanasia activa y sobre el suicidio; un debate que puede culmina en las reformas legales necesarias para que ambas prácticas dejen de ser penalizadas.
Antonio Robles afirma en un artículo de opinión en El Mundo del pasado domingo, 21 de junio, que el debate es "un nuevo paso hacia el respeto a la voluntad y la libertad de todo ser humano a vivir y morir con dignidad".
"Cada vez hay un mayor número de personas, en su mayor parte ancianas, con cada vez menos calidad de vida, torturadas en sus últimos días por un falso sentido del amor", afirma Robles que considera que "hoy ya no tememos a la muerte", como sí a "permanecer indefinidamente muertos en vida".
El diputado, que ha abandonado la disciplina de Ciutadans, sostiene que "el valor supremo de la vida es precisamente lo que nos obliga a replantearnos si tal valor supremo se convierte en indigno cuando alarga el sufrimiento de un ser humano al que sólo le resta morir".
Las dos iniciativas gestadas por los Gobiernos autonómicos catalán y andaluz son una preparación del terreno para que el Gobierno socialista, si lo considera oportuno, fabrique una ley sobre la eutanasia a pesar de que no estuviera en su programa electoral como ha sucedido con la del aborto.
`Sedación terminal' para recién nacidos
Por otro lado, el Observatorio de Bioética y Derecho (OBD) -una institución ligada a la Universidad de Barcelona dependiente del Ayuntamiento que gestiona el grupo socialista- se ha declarado recientemente partidario de aplicar lo que ha llamado "sedación terminal" -otra forma de llamar a la eutanasia- para los casos de neonatos con una "dolencia incurable".
En el documento, que pretende cubrir un vacío existente, se pide que se considere una "buena práctica" limitar los esfuerzos terapéuticos en grandes prematuros -niños menores de 28 semanas de gestación- o en bebés nacidos con enfermedades graves que hacen difícil la viabilidad de su supervivencia.
El Observatorio cree que se trataría "de no prolongar una situación sin salida", y añade: "Lo contrario supondría caer en la obstinación terapéutica".
La directora del OBD, María Casado, a pesar de reconocer que es una cuestión "conflictiva", opina que debería haber un protocolo de actuación para que no se tomen decisiones "en caliente". El documento sostiene que "son niños que si sobreviven pueden sufrir secuelas que pueden significar una condena de por vida".
La paradoja de la ciencia y la vida
Esta situación produce una paradoja: en nombre de la ciencia se preconiza la muerte. Se incide en que la tecnología permite salvar vidas y luego se argumenta que estas vidas no merecen ser vividas.
En otros tiempos en los que la ciencia no estaba tan avanzada, se trataba de salvar a los enfermos con los medios con los que se disponía, y los recién nacidos morían porque no podían salvarse, de ahí que las madres tuvieran numerosos partos. En la actualidad, ahora que podemos salvar muchos bebés gracias a los avances tecnológicos, primero se les salva y luego se les practica la eutanasia.
En el fondo esta tendencia esconde una filosofía eugenésica en la que existen vidas humanas sobre las que un tercero judica si merece la pena ser vividas y juzga si esa vida es digna. Se niega el derecho a decidir libremente sobre si se quiere vivir o no.
Juan Francisco Jiménez Jacinto
quarta-feira, 24 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
A idade das Trevas (Portugal)
Foi uma experiência muito engraçada, sobretudo para quem acompanha jornais e telejornais.
Estava eu a estudar os privilégios da nobreza e dei logo comigo a pensar que em Portugal , ainda não saímos bem da Idade Média. Na Idade Média, a mobilidade social era praticamente nula. A nobreza vivia fechada sobre si própria usufruindo dos seus próprios privilégios. Relacionavam-se entre si, casavam-se entre si, frequentavam os mesmos castelos, participavam nas mesmas festas e banquetes, olhando para o povo do alto dos seus privilégios sociais e económicos.
Ora, se virmos o que se passa em Portugal , temos de chegar à conclusão que no Estado há décadas dominado pelo PS e pelo PSD, existe cada vez mais uma feudalização da sociedade assim como uma organização social cada vez mais endogâmica.
Um bom símbolo da nossa miséria é o casamento entre a filha de Dias Loureiro, amigo íntimo de Jorge Coelho, e o filho de Ferro Rodrigues, amigo íntimo de Paulo Pedroso, irmão do advogado que realizou a estúpida e milionária investigação para o Ministério de Educação e amigo de Edite Estrela que é prima direita de António José Morais, o professor de José Sócrates na Independente, cuja biografia foi apresentada por Dias Loureiro, e que foi assessor de Armando Vara, licenciado pela Independente, administrador da Caixa Geral de Depósitos e do BCP, que é amigo íntimo de José Sócrates, líder do partido ao qual está ligada a magistrada Cândida Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, que está a investigar o caso Freeport.
Talvez isto ajude a explicar muito do que se passa com a Justiça, a Economia, a Educação. Sobre a Educação, a minha área, vale a pena pensar um bocadinho. Haverá gente em Portugal a beneficiar com a degradação da escola pública? Outra vez: haverá gente em Portugal a beneficiar com a degradação da escola pública? Há. Claro que há.
Ora bem, quer entender porquê? E quem são? Quer mesmo? É fácil. Experimente sentar-se um pouco com o seu filho a estudar História.
José Ricardo Costa, professor
NOTA HISTÓRICA NOSSA:
Ao contrário das ideias que a esquerda tenta introduzir na história, a Idade Média não foi nenhuma «idade das trevas». Nem no progresso das técnicas e muito menos nos aspectos morais da sociedade. Por isso, concordando com o a abordagem que o autor faz da presente corrupção, parece estar errado o paralelismo. Mas este equívoco é habitual dada a manipulação ideológica da esquerda na cultura e no ensino.
domingo, 7 de junho de 2009
Aos pais que vão matricular os filhos
A Plataforma RN convida-o a juntar a sua voz à nossa voz e, no acto da matrícula ou renovação, apela a que entregue a carta (segue em anexo) nas escolas dos seus filhos, quer estejam numa escola pública, quer numa escola privada, e exija lhe seja entregue um duplicado ou cópia da carta, para que amanhã possa provar que a entregou.
Depois de entregue a carta, informe a Plataforma RN, para poder quantificar o número de cartas entregues. Isto é muito importante!
Saiba que pode contar com o apoio da Plataforma RN.
Divulgue esta iniciativa.
Coloque o folheto anexo no vidro do seu carro, use e abuse da sua distribuição --- escolas, mesa do café, amigos, clubes, por todo o lado...
Visite o site http://www.plataforma-rn.com/ e adira já à LISTA DE CIDADÃOS [Pela liberdade de educação, o direito e o dever de os pais educarem os seus filhos].
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Pifou
Acha o Dr Marcelo que a Escola deve oferecer preservativos às crianças porque, diz ele, há muitas adolescentes grávidas e o há o risco da sida. O remédio é o preservativo.
Vai o Dr Marcelo Rebelo de Sousa dar preservativos a partir de que idade?
0nze? doze?treze?carorze?quinze?desasseis?dessasete? ou dezoito anos?
A partir da primeira menstruação ou antes? Como é que a escola sabe se a criança já fez ou não a primeira mentruação?Vão fazer-se testes, exames, ou será pela dentição como os cavalos ? Se a criança fizer a menstruação aos nove anos, recebe também um preservativo? Ou aos nove anos já pode engravidar e apanhar sida?Acha ele que é um bom sinal para dar às crianças? Quantos preservativos vai dar por criança? Um? Dois? Três? Quatro? Ou um caixote? Metam um miudo e uma miuda com dezasseis anos num quarto e só saem de lá para comer, um caixote pode não chegar.
Vão usar o preservativo onde? Vão ser criadas salas especiais como as salas de chuto? A escola paga o hotel ou o quarto?Ou será nas casas de banho ou no pinhal pondo em risco a saude publica?
Vai dar preservativos a todas as crianças ou só a algumas? Às que pedirem?Ou será necessária a autorização dos pais ?Como é que vai controlar a saida dos preservativos? .A criança assina um auto de recepção com o nome a morada ou vão começar a desaparecer e a ser vendidos na Feira da Ladra?
E quanto é que esta brincadeira custa? Têm os contribuintes agora que pagar as quecas dos meninos?
Será que os ciganos vão aceitar que dêm preservativos às suas filhas? Os católicos, já sabemos pelo Dr Marcelo de Sousa, que está convencido que é o Papa, que não se importam.
E porque não seringas? Parece que a droga é um problema entre a juventude e um problema de saude publica. Uma seringa a cada aluno talvez não fosse má ideia não vá algum apetecer-lhe drogar-se. Assim não poria sua vida em risco nem a dos outros.
Francisco Múrias, em http://wwwideia.blogspot.com/
Comunicado da Plataforma Resistência Nacional contra o Nacional-Sexualismo Totalitário
[Projecto-Lei Projecto Lei 660/X (PS)]
Os cidadãos Portugueses, nomeadamente Pais com filhos em idade escolar, que em número significativo e em devido tempo fizeram chegar a sua voz à Assembleia da República colocam as questões abaixo às quais exigem respostas:
a) As escolas já fazem a explicação científica completa da reprodução humana. Mas aos políticos não basta. Agora o que querem é doutrinar os seus valores e a sua visão do homem;
b) Há mais de 300 modelos de educação sexual já testados, muito distintos nos objectivos e resultados. Não percebemos com que direito quer o parlamento português, entre os 300, impor 1 modelo único, uma espécie de "nacional-sexualismo" totalitário.
c) Queremos que nos dêem a prova científica de que "o" modelo "nacional-sexualista" já foi testado noutros países e deu os resultados pretendidos. Onde diminuiu o número de gravidezes adolescentes? Onde diminuiu o número de infecções sexuais?
d) Queremos ver as actas da Comissão parlamentar que debateu esta lei para saber quais foram as provas científicas apresentadas.
e) Exigimos que cada deputado nos responda a estas perguntas: acha que educou bem os seus filhos? Acha que foi tão exemplar que tem o direito de impor as suas convicções aos outros?
f) Queremos saber que "impacto ético" se prevê que este modelo "nacional-sexualista" venha a ter.
g) Há pessoas que querem esse modelo para os seus filhos, e estão no seu direito. Mas têm o direito ao modelo e ainda o direito à prova de que este modelo foi sujeito a um controle de qualidade cientificamente sólido.
h) Há pessoas que não querem este modelo, e também estão no seu direito.
i) Rejeitaremos, até ao limite das nossas energias, a interdisciplinaridade do modelo "nacional-sexualista" pois é a forma de o tornar compulsivo e anti-democrático, e por sexualizar de forma obsessiva todo o tempo escolar.
j) Se nós quiséssemos dar preservativos e contraceptivos aos nossos filhos não faltariam caixas nas nossas casas; sabemos muito bem onde os podemos ir buscar e de graça. Srs deputados: não finjam que não percebem!
k) Esta lei de educação sexual humilha de novo os professores: considera-os uns "pais indignos" de educar sexualmente os próprios filhos; mas uns "professores hiper-habilitados" para educar sexualmente os filhos dos outros;
l) Rejeitamos o ataque cobarde do Governo aos professores: primeiro ata-os de pés e mãos e atira-os à água para avaliar o seu mérito natatório; agora, obriga-os a leccionar matérias que não dominam e que, na maioria, não subscrevem.
m) Os nossos filhos não são da sociedade nem da comunidade escolar. A educação dos filhos é um direito/dever dos pais que é indisponível: nem os pais podem prescindir dele nem o Estado lho pode retirar.
n) Esta lei da educação sexual é uma tirania ilegítima e não científica imposta às crianças;
o) Esta lei da educação sexual é uma intromissão intolerável na esfera de liberdade das famílias;
p) A Plataforma vai lançar nos próximos dias um vasto conjunto de iniciativas para implantar a resistência a nível nacional.
ABAIXO A TIRANIA
PELA LIBERDADE DE EDUCAÇÃO
PELA LIBERDADE DE PENSAMENTO
CONTRA O "NACIONAL-SEXUALISMO"
VIVA A RESISTÊNCIA
VIVA PORTUGAL
Portugal, 3 de Junho de 2009
Pela Plataforma,
Artur Mesquita Guimarães - V. N. Famalicão
Fernanda Neves Mendes - Leiria
Miguel Reis Cunha - Algarve
Tlm. 963 408 216
info@plataforma-rn.com
http://www.plataforma-rn.com
Razões contra o Acordo Ortográfico
2. Esta língua foi exportada para África, Ásia, Oceânia e América do Sul, a partir dos séculos XIV e XV.
3. Foi adoptada como linguagem de comunicação comum por vários povos.
4. Foi tendo uma evolução de vocabulário e de escrita, tanto na origem, como nos povos adoptantes da mesma.
5. Com a diáspora, foi-se espalhando para outros países e territórios.
6. Mas tendo sempre por base... a matriz.
7. Fazendo algum paralelismo com a expansão de outras línguas,
a) o Castelhano expandiu-se, a partir da sua matriz europeia, para a América do Sul e Norte de África;
b) o Inglês para a Ásia, Oceânia, América do Norte e África, a partir da sua matriz europeia.
8. Nenhuma destas línguas é falada e escrita da mesma forma, nos territórios de origem e nos territórios (hoje países) de destino.
9. Daí não advém nenhuma questão de comunicação. Não se dificultou, de nenhuma forma, a comunicação entre os vários povos adoptantes e o povo da matriz;
10. Não há nenhum acordo ortográfico que submeta qualquer das línguas (Castelhano, Inglês ou Francês) à dimensão de outros territórios onde se adoptou a língua mãe.
11. Isso não prejudicou nem prejudica a língua, nas suas diversas matizes, nem a sua força internacional.
12. Todos respeitam os matizes diversos da língua comum e entendem-se bem na sua essência.
13. Os EUA têm 300 milhões de habitantes, a Inglaterra cerca de 40 milhões, e os Escoceses e Galeses são cerca de 20 milhões.
14. Nem por isso deixam de manter a sua autonomia linguística.
15. Não vejo, à face destes factos, nenhuma razão teórica ou prática para Portugal adoptar com carácter de normas positivas, de cumprimento obrigatório, as nuances da língua falada e escrita noutras partes do mundo.
16. Não vejo a necessidade de se desvirtuar a língua matriz.
17. Por isso, e porque a língua é um dos factores mais fortes da identidade lusíada, não vejo a utilidade de se atenuar a identidade de um povo com oito séculos de história em favor de nuances com menos de 300 anos;
18. Não vejo qualquer utilidade (a não ser pelo nacional-saloísmo) de adoptarmos um acordo que desvirtua a língua matriz do mundo lusófono.
Miguel Mattos Chaves
Pepsi apoia com publicidade uma revista de invertidos
Taking an "in your face" approach, PepsiCo sent a public message of support for the homosexual agenda. The company ran a full-page ad in the June/July issue of Out, a semi-pornographic homosexual magazine. The magazine is filled with page after page of nude and semi-nude photographs of men in suggestive positions.
The American Family Association has asked PepsiCo to be neutral in the culture war, including homosexual marriage, but the company has consistently refused to do so. The ad supporting Out was a clear indication that the company is standing fast in its support of the homosexual agenda.
PepsiCo is a member of the National Gay and Lesbian Chamber of Commerce. (Ford, McDonald's and Wal-Mart withdrew from the NGLCC when asked to do so. PepsiCo refused)
PepsiCo requires its members to attend diversity training classes promoting the acceptance of homosexuality.
PepsiCo financially supports "gay pride parades" in cities across America.
PepsiCo gave a total of $1,000,000 to the Human Rights Campaign (HRC) and Parents, Families and Friends of Lesbians and Gays (PFLAG). HRC gave hundreds of thousands of dollars in an effort to legalize homosexual marriage in California.
PepsiCo uses its TV commercials to promote the homosexual lifestyle.
Querem mandar as mulheres para a prisão!
Fez-se um referendo que não foi vinculativo e é obviamente inválido quer do ponto de vista jurídico quer político. Os legisladores maquinaram uma "lei" iníqua que o presidente da república iniquamente promulgou, certamente em nome dos superiores interesses das madames, que ficaram assim inibidas de serem lançadas em calabouços.
Ora acontece que esta mesma gente, estes mesmos legisladores, depois de tudo isto, decretaram do alto da sua enorme humanidade que qualquer mulher que desse umas palmadas em seus filhos poderia sofrer o vexame de ser condenada a pena de prisão, de um a cinco anos.
(...)
Nuno Serras Pereira
"A INÚTIL" (professora) escreveu a Miguel Sousa Tavares
É do conhecimento público que o senhor Miguel de Sousa Tavares considerou 'os professores os inúteis mais bem pagos deste País.' Espantar-me-ia uma afirmação tão generalista e imoral, não conhecesse já outras afirmações que não diferem muito desta, quer na forma, quer na índole. Não lhe parece que há inúteis, que fazem coisas inúteis e escrevem coisas inúteis, que são pagos a peso de ouro? Não lhe parece que deveria ter dirigido as suas aberrações a gente que, neste deprimente país, tem mais do que uma sinecura e assim enche os bolsos? Não será esse o seu caso? O que escreveu é um atentado à cultura portuguesa, à educação e aos seus intervenientes, alunos e professores. Alunos e professores de ontem e de hoje, porque eu já fui aluna, logo de 'inúteis', como o senhor também terá sido. Ou pensa hoje de forma diferente para estar de acordo com o sistema?
O senhor tem filhos? - a minha ignorância a este respeito deve-se ao facto de não ser muito dada a ler revistas cor-de-rosa. Se os tem, e se estudam, teve, por acaso, a frontalidade de encarar os seus professores e dizer-lhes que 'são os inúteis mais bem pagos do País.'? Não me parece... Estudam os seus filhos em escolas públicas ou privadas? É que a coisa muda de figura! Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores 'inúteis' são obrigados a atribuir. A alarvidade que escreveu, além de ser insultuosa, revela muita ignorância em relação à educação e ao ensino. E, quem é ignorante, não deve julgar sem conhecimento de causa. Sei que é escritor, porém nunca li qualquer livro seu, por isso não emito julgamentos sobre aquilo que desconheço. Entende ou quer que a professora explique de novo?
(...)
Sei que, num jornal desportivo, escreve, de vez em quando, umas crónicas e que defende muito bem o seu clube. Alguma vez lhe ocorreu, quando o seu clube perde, com clubes da terceira divisão, escrever que 'os jogadores de futebol são os inúteis mais bem pagos do País.'? Alguma vez lhe ocorreu escrever que há dirigentes desportivos que 'são os inúteis' mais protegidos do país? Presumo que não, e não tenho qualquer dúvida de que deve entender mais de futebol do que de Educação. Alguma vez lhe ocorreu escrever que os advogados 'são os inúteis mais bem pagos do País'? Ou os políticos? Não, acredito que não, embora também não tenha dúvidas de que deve estar mais familiarizado com essas áreas. Não tenho nada contra os jogadores de futebol, nada contra os dirigentes desportivos, nada contra os advogados.
Porque não são eles que me impedem de exercer, com dignidade, a minha profissão. Tenho sim contra os políticos arrogantes, prepotentes, desumanos e inúteis, que querem fazer da educação o caixote do (falso) sucesso para posterior envio para a Europa e para o mundo. Tenho contra pseudo-jornalistas, como o senhor, que são, juntamente com os políticos, 'os inúteis mais bem pagos do País', que se arvoram em salvadores da pátria, quando o que lhes interessa é o seu próprio umbigo.
Assim sendo, sr. Miguel de Sousa Tavares, informe-se, que a informaçãozinha é bem necessária antes de 'escrevinhar' alarvices sobre quem dá a este país, além de grandes lições nas aulas, a alunos que são a razão de ser do professor, lições de democracia ao país. Mas o senhor não entende! Para si, democracia deve ser estar do lado de quem convém.
(...)
Ana Maria Gomes
Escola Secundária de Barcelos
sábado, 30 de maio de 2009
Petição «O Estatuto Jurídico de Olivença»
Pode consultar e subscrever aqui.
A propósito do caso da criança russa e do novo sargento
Para além da intoxicação geral das crianças e jovens através dos meios de comunicação e dos programas escolares, assistimos ainda a um outro atentado contra a sua integridade: a subtracção das crianças às famílias e a sua estatização. Bem entendido, não nos referimos aqui aos casos de pais manifestamente incapazes de cuidar dos seus filhos. Referimo-nos aqui aos puros abusos contra as famílias, aos puros raptos de crianças às famílias, numa actividade dita «social» e envolvendo muitos interesses.
Este atentado passa pela criação de três conceitos retóricos e manipuladores que visam marginalizar a família e os direitos naturais dos pais a educarem os seus próprios filhos.
O primeiro conceito retórico manipulador que visa marginalizar a família e os direitos naturais dos pais é o do chamado «interesse superior da criança».
Trata-se de um conceito importado da ONU, absolutamente subjectivo, dependendo, naturalmente, do que se entenda por interesse da criança. Obviamente, aqueles que pretendem subtrair as crianças às famílias definem um quadro idílico de família - de condições culturais (?) e materiais que a família-alvo do rapto é incapaz de preencher. A fasquia das condições para ter crianças é colocada tão alta que nem todos conseguem lá chegar...
Se os pais não possuem instrução, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» instruídos. Sim, porque a criança irá beneficiar desse óptimo meio cultural... Claro que tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Se os pais são pobres, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» ricos. Sim, porque a criança irá beneficiar dos meios materiais da família de acolhimento... Claro que tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Se os pais são desconhecidos, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» cromos ou afilhados de cromos. Sim, porque a criança irá beneficiar desse óptimo meio social... Claro que, mais uma vez, tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Isto é, famílias sem grande instrução, pobres e desconhecidas têm um direito reduzido a ter filhos. Que distância separará este conceito do nazismo e do comunismo?
O segundo conceito retórico manipulador que visa marginalizar a família e os direitos naturais dos pais é o dos chamados «pais biológicos» e «pais afectivos».
Este conceito pretende introduzir uma dualidade de «pais», e naturalmente um conflito, que pode ser dirimido... pelo Estado. E quem será o Estado senão a sua máquina legislativa e burocrática, ou seja, os seus «especialistas» em «protecção» de crianças?
Também este conceito de «pais afectivos» é absolutamente subjectivo. Como se poderá medir o afecto? Pelo teatro lacrimoso representado pelos «pais afectivos»? Pela preferência de uma criança seduzida por doces, peluches e computadores? Pelas opiniões preconcebidas de especialistas psicólogos apanhados ou arregimentados? E porquê o neologismo incluindo afectivos, em vez da fórmula tradicional pais adoptivos, já de si adaptada?
O que serão pais? Serão aqueles que têm um eventual afecto por uma criança? Convenhamos que, para pais, é insuficiente. E se dizemos eventual afecto é porque, não raras vezes, a criança adoptada está para os adoptantes como um brinquedo ou um cachorro está para o dono - o que, reconheça-se, não exclui necessariamente afecto. Mas nenhum afecto ultrapassa aquele que é a voz do sangue, do sangue que fez a criança! A bondade de uma família que acolhe uma criança nunca apaga a força da natureza.
E o que significará a expressão pais biológicos? Existirão outros pais que o sejam por outra via diferente da biologia?
Pleonasmo ou manipulação? É óbvio. Com esta manipulação de linguagem, pretende-se a desvalorização dos laços de sangue e da família, relativizar os pais e criar, mais do que uma «alternativa», o antagonismo exclusivo do «afecto»: afecto contra biologia.
O terceiro conceito retórico manipulador que visa marginalizar a família e os direitos naturais dos pais é o do chamado «direito da criança à família». Mais concretamente, estatuam os dirimidores: «É a criança que tem direito à família e não a família que tem direito à criança».
O que estes «protectores» de crianças estão a dizer de facto com esta falácia são duas barbaridades numa só frase.
Primeira barbaridade: estão a elevar a direito ter uma família, o que, no sentido real, não passa, na menos grave das hipóteses, de uma piedosa utopia. Na realidade, a vida dá ou não dá a cada um o que há de bom ou mau. E pobres daqueles a quem o destino não dá o que há de melhor, que é a família! Apenas, quando estes têm a sorte de encontrar uma generosa família de acolhimento, vêem diminuída a sua fatalidade - o que, aliás, não é propriamente de agradecer aos engenheiros sociais.
Segunda barbaridade: mais uma vez, estão a negar à família o seu direito natural, em toda a independência, de ter - com todas as letras e em todos os sentidos - crianças. Repare-se que eles não falam de casos extremos, dramáticos, de pais mentalmente incapazes de cuidar e de educar os seu filhos. Eles afirmam, categoricamente, na generalidade, que a família não tem direito à criança! Quem tem direito de facto à criança é o Estado e quem os dirimidores entenderem! O Estado, que são eles!
Ainda de assinalar o caso de oportunismo da dirimição poder assentar no facto consumado. Prosseguindo sistematicamente a política de subtracção dos filhos aos pais, até pejorativamente ditos «biológicos», não é raro os dirimidores basearem-se em afectos criados circunstancialmente para ignorarem os indestrutíveis laços de sangue, proclamarem a sua grande «sabedoria» da engenharia «familiar» e, feitas as contas, pretenderem entregar as crianças aos ditos «pais afectivos» por encomenda.
(Ponto 10 do Manifesto das Famílias Portuguesas, da União das Famílias Portuguesas)
Emparvado
Ou eu ou o País: um de nós está emparvado. Só posso ser eu porque as maiorias têm sempre razão...
Nuno Serras Pereira
sábado, 9 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Historiadores desmontam as teses de Colombo italiano, espanhol, etc...
Para mais elementos, recomendamos os sítios seguintes:
cristovaocolon.com
colombo.do.sapo.pt
Espanha desconhece Condestável e pouco destaque dá à Batalha de Aljubarrota
A opinião é de Hipólito de La Torre Gómez, professor da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED) espanhola que, em declarações à Agência Lusa, lamentou o facto de, em Espanha, se conhecer "pouco ou nada da História de Portugal", inclusive em momentos como o que viveu o Condestável, onde o vínculo entre os dois países é evidente.
"Não se conhece, ou então conhece-se muito isoladamente, entre um ou outro sector. Vejo isso pelos meus alunos, inclusive da cadeira de História de Portugal", afirmou.
La Torre - especialista em história ibérica - admitiu que o desconhecimento sobre Portugal continua a ser preocupante, estando no caso da História a agravar-se, dando como exemplo uma aula onde comprovou que nenhum dos seus 40 alunos sabia quem fora Luís de Camões.
"Eu estudei na escola quem era Camões. O grande poeta épico português, como dizíamos na altura. Agora chegam à Universidade e não sabem sequer que existiu", lamentou.
"Infelizmente, também não conhecem figuras importantes espanholas, mas, no caso de Portugal, a visão 'peninsularista' dos espanhóis leva a que vejam Portugal apenas como aquela franja de terra à beira do Atlântico e não entendam a dimensão de aprofundamento geopolítico português, a profundidade atlântica e os caminhos do mar", disse.
Daí que, neste cenário, o desconhecimento sobre D. Nuno Álvares Pereira possa ser mais facilmente entendido, tornando-se um figura de especialistas e desaparecendo da dinâmica do retrato histórico da formação ibérica.
"Pode haver alguns estudos medievais onde o assunto é tocado, mas passa-se muito por cima e não se dá importância à Batalha de Aljubarrota", disse.
"Claro que a História é escrita pelos vencedores e, por isso, os vencidos não se interessam muito em aprofundar as suas derrotas. Assim, Nuno Álvares Pereira tem muito mais importância em Portugal", frisou.
O mesmo ocorre, por exemplo, na confusão feita regularmente em Espanha sobre quando ocorreu a independência de Portugal, que líderes espanhóis tendem a fixar em 1640 e não em 1143.
"Acho difícil que um espanhol entenda o que ocorreu entre Portugal e Espanha em 1640. Mas também não conhecem a data de 1143, tristemente, porque acho que cada vez se conhecem menos datas", afirmou.
"O período de 1640 acaba por ter aqui mais destaque porque se relaciona mais com a crise na monarquia hispânica, por momentos como a separação da Catalunha. Por isso saltam 1143", disse.
Já sobre Nuno Álvares Pereira, o historiador admitiu ser provável que sectores da Igreja espanhola, "que respondem também a interesses nacionais", possam, durante algum tempo, ter dificultado os esforços para canonizar o Condestável.
"Não estranharia que pudessem ter tentado levantar obstáculos para reconhecer essa figura como uma grande soldado e um dos grandes artífices da forja de Portugal", salientou.
"Mas, actualmente, não creio que em Espanha possa haver sectores que coloquem alguma reserva", disse.
Até porque, considerou, a canonização é "um reconhecimento justíssimo de uma figura muito notável no campo militar e religioso" e que "reúne as condições do famoso soldado-monge".
Uma personalidade que hoje, volvidos tantos séculos, continua a ter "uma grandeza fora de dúvida", que torna "justificável qualquer tipo de exaltação que tenha, ou que sempre teve em Portugal".
"O Santo Condestável tem muita actualidade. Tem uma profunda vocação social, uma entrega completa e sempre utilizou o poder militar e político em benefício do povo, renunciando a todas as honras e grandezas. É um exemplo eterno, tanto para a sociedade actual, como para o futuro", considerou Hipólito de La Torre Gómez.
O professor da UNED mostra-se esperançado que a canonização de Nuno Álvares Pereira contribua para novo passo no conhecimento espanhol sobre a história portuguesa, recordando que tentativas no passado de fomentar o conhecimento mútuo sempre "naufragaram".
A este propósito, lembrou uma comissão luso-espanhola de integrou, na década de 1990, a qual procurou estabelecer normas mínimas para "enxertar a História dos dois países, uma na outra".
Nas suas aulas, procura forçar um pouco o tema da história portuguesa, verificando a surpresa dos seus alunos quando vão descobrindo alguns detalhes.
"Temos de recuperar alguns dos nossos marcos históricos. É a única forma de nos explicarmos, de tomar consciência do que ocorre no presente e de perceber o que devemos fazer. Até mesmo noutros sectores, como a economia e o direito, onde a matéria histórica se está a perder, há que repensar os novos padrões de estudo", disse o universitário espanhol.
"Seria uma pena que não se aproveitasse a figura de Nuno Álvares Pereira e este momento para recuperar uma época de esforço colectivo (.), aproveitando os exemplos desta figura que, apesar de ser o nosso vencedor, também é um figura de Espanha", disse.
A Verdade - Banco de Portugal
Imagine que tinha conseguido um emprego em que lhe
pagavam um salário de 300 000,00 por ano, lhe atribuíam um
potente BMW 530D com motorista para passear, e o Estado ainda
lhe concedia crédito bonificado para comprar casa!
Era caso para perguntar: Crise? Qual crise?
Perguntará o leitor onde é que existem empregos desses.
Pois a verdade é que esses empregos existem mesmo. Aqui em
Portugal!
Enquanto a maioria aperta o cinto, um pequeno grupo de
privilegiados consegue levar uma autêntica vida de nababo!
Este número d' VERDADE vai-lhe revelar quem são, o que fazem,
e quem paga os salários destes portugueses Pagos a Peso de ouro!
O documento completo em pdf está disponível aqui.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
«Quem é que em 1975 pôs o PCP na ordem? Eu»

O coronel Jaime Neves, figura preponderante dos operacionais do golpe militar de 25 de Novembro de 1975, desvalorizou as críticas do PCP à sua anunciada promoção a general, noticia a Lusa.
«Quem é que em 1975 pôs o PCP na ordem? Quem é que travou o PCP? Quem é que os obrigou a encolherem-se? É natural que eles não gostem de mim, eu também não tenho simpatia por eles. No entanto respeito-os. É natural que sempre que possam mandem uns pontas-de-lança mandar umas bocas ou façam uns comunicados. Mas eu tenho uma coisa a dizer: os cães ladram, a caravana passa», disse.
«Jaime Neves é um símbolo de práticas anti-democráticas»
Para Jaime Neves, a promoção traduz um «reconhecimento tardio» da sua acção como chefe militar. «Foi a frase que o senhor Chefe de Estado-Maior do Exército usou, reconhecimento tardio. E tive que dizer que sim. E obrigado e fico à espera. Disse-me que o diploma tinha sido enviado para o senhor Presidente da República e que quando viesse falaria comigo. Estou à espera», relatou.
O problema de África
«Na altura não me apercebi bem do que era abandonar África, não dei o devido relevo. Se eu me tivesse apercebido que íamos abandonar África com certeza que não sei se entraria [na revolução de Abril]. Pelo menos não tomava parte activa», disse.
Para Jaime Neves, o «problema de África tinha que ser resolvido», mas os responsáveis políticos do pós-25 de Abril em Portugal demitiram-se de «controlar a independência».
«A independência devia ter sido controlada por nós. Angola e Moçambique tinha muitos brancos já nascidos lá. Lembro-me em Moçambique de haver a quinta e sexta geração. Como é, foram ignorados? Tinham que ter uma palavra a dizer», referiu.
E acrescentou: «Havia muitas maneiras de ficarmos em África. Não sou um defensor do Portugal inalienável e indivisível. Se a Guiné não aguentava, tenho muita pena, largávamos a Guiné. Mas isso não nos obrigava a largar Angola e Moçambique. Em Angola, quando se deu o 25 de Abril, não havia um tiro há seis meses.»
«Éramos uma espécie de bombeiros voluntários do país»
O coronel, que se notabilizou na unidade de Comandos em África e na Índia, frisou que participou na revolução de Abril «com convicção», após uma conversa que teve, já em Lisboa, com Otelo. No entanto, tudo começou a mudar uma vez deposto o Estado Novo.
«A seguir ao 25 de Abril eu fiquei em Lisboa com 500 homens. Éramos uma espécie de bombeiros voluntários do país. Fui para o Limoeiro quando os presos se revoltaram e pegaram fogo àquilo tudo, fui para a TAP para ver se metia os gajos a trabalhar, fui para imensas esquadras onde a população fechava os polícias, chamava-lhes nomes não havia autoridade neste país. Não foi para isso que fiz o 25 de Abril. Então eu fiz o 25 de Abril para instaurar no nosso país a indisciplina e a falta de respeito? Isso não», disse.
À «indisciplina e anarquia» Jaime Neves acrescenta outra razão: «Eu não fiz o 25 de Abril para ver o PCP e forças de extrema-esquerda a assenhorarem-se deste país e a mandarem em tudo.»
Hoje com 73 anos, o antigo operacional dos Comandos admitiu ter sido «o homem certo, no local certo e na hora exacta», desvalorizou a notoriedade alcançada em 1975 e disse que «não mudou nada» na sua vida depois de ter protagonizado acontecimentos marcantes da História recente de Portugal.
«Estive sempre a comandar o regimento de comandos e saí em 1981. Depois fui trabalhar 12 anos com o meu amigo e empresário Jorge de Brito e, ao fim desse tempo, uns companheiros meus dos comandos convidaram-me e fundámos uma empresa de segurança», relatou.
«Não posso estar satisfeito com a situação actual do nosso país se olho à minha volta e vejo tudo descontente. Chego eu próprio a pôr em dúvida se valeu a pena. Honestamente», concluiu.Histórias dos Monteiros
A nossa Maria merece...
Vasco Resende
De acordo com O Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo Ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a Embaixada portuguesa em Londres.
Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram a título excepcional uma contratação de pessoal especializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.
As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos.
Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 euros.
É desta forma que se cala a boca a muita gente que não acredita nas potencialidades do nosso país, os zangados da vida que só sabem criticar a juventude, ponham os olhos nesta miúda.
A título de curiosidade, o salário mensal da nossa nova adida de imprensa da embaixada de Londres daria para pagar as progressões de 193 técnicos superiores de 2ª classe, de 290 Técnicos de 1ª classe ou de 290 Assistentes Administrativos.
O mesmo salário daria para pagar os salários de, respectivamente, 7, 10 e 14 jovens como a Maria, das categorias acima mencionadas, que poderiam muito bem despedir-se, por força de imperativos orçamentais.
Estes jovens sem berço, que ao contrário da Maria tiveram que submeter-se a concurso, também ao contrário da Maria já estão habituados a ganhar pouco e devem habituar-se a ser competitivos.
A nossa Maria merece.
Também a título de exemplo, seriam necessários os descontos de IRS de 92 Portugueses com um salário de 500 Euros a descontarem à taxa de 20%.
Novamente, a nossa Maria merece!'
Merece, em nome do Progresso, do grande Choque Tecnologico!
Quando é que acabam estes tachos? Há muitos mais. É só ver os gabinetes governamentais e as empresas públicas! Como primeiro emprego é bom!!! E que curriculum eles fazem! A nós povo, que trabalhamos é que nos exigem muita coisa!
Chega de lambe botas!!!
Chega desta cambada PS nos andar a chular!
Andamos nós a descontar para esta cambada viver à nossa custa!
domingo, 5 de abril de 2009
Fernando Pessoa sobre a I República e Salazar
Se este volumezinho alcança justificação com o aniversário de Salazar, sugiro à novel editora - que até já tem a mão na massa, isto é, na obra do Pessoa - que abrilhante em 2010 o centenário da República com a edição de mais textos pessoanos. Deixo aqui um cheirinho do que seria o precioso volume. A palavra ao talassa:
"Bandidos da pior espécie [...], gatunos com seu quanto de ideal verdadeiro, anarquistas-natos com grandes patriotismos íntimos - de tudo isto vimos na açorda falsa que se seguiu à implantação do regime".
"Vem o Sr. Afonso Costa... Aquilo é que é uma besta!"
"Não podendo [Afonso Costa] fazer mais nada, é homem para mandar assassinar. Tudo depende do seu grau de indignação".
"Bernardino Machado, no discurso do Porto, mostra-se tão ignorante de como se é subtil, tão brutamontes no cá-estou-eu, tão labrego no insinuar, tão indecentemente saracoteador da sua candidatura, que qualquer meio-juízo compreenderia o que de anti-diplomático, não-frio e nada-esperto aquele espírito é".
"Mas Costa! Este é um piolho da [...] política [...] Era possível odiar Franco. A este esfregão nem isso é possível".
"Franco seria um tirano de merda; este [Afonso Costa] é um tirano de caca."
"Afonso Costa é um dos maiores bandidos que têm aparecido à superfície da política lusitana."
"Alexandre Braga é um aborto de um imaginativo conservado em álcool."
"Esta opressão, que todos nós sentimos, esta vergonha de estarmos sendo governados por bacalhoeiros da política, que roubam no peso da própria retórica [...]"
"[...] este domínio de carbonários e de ladrões, de arruaceiros e de gatunos, que lá vai para cinco anos nos conturba."
"[...] partidos políticos: eles não são mais que aquelas «quadrilhas de ladrões» de que José Dias Ferreira falava."
"[...] a estrangeirada atitude a que estes bandalhos da República chamam «patriotismo»."
Do blog Nova Frente, 30.3.2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Perguntas
Porque é que Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos e José Sócrates não foi?
Como é que, estando o epicentro de todo o caso situado num despacho de aprovação exarado no Ministério de Sócrates, ainda ninguém desse Ministério foi constituído arguido?
Como é que, havendo suspeitas de irregularidades num Ministério tutelado por José Sócrates, ele não está sequer a ser objecto de investigação?
Com que fundamento é que o procurador-geral da República passa atestados públicos de inocência ao primeiro-ministro?
Como é que pode garantir essa inocência se o primeiro-ministro não foi nem está a ser investigado?
Como é possível não ser necessário investigar José Sócrates se as dúvidas se centram em áreas da sua responsabilidade directa?
Como é possível não o investigar face a todos os indícios já conhecidos?
Que pressões estão a ser feitas sobre os magistrados do Ministério Público que trabalham no caso Freeport?
A quem é que o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público se está a referir?
Se, como dizem, o estatuto de arguido protege quem o recebe, porque é José Sócrates não é objecto dessa protecção institucional?
Será que face ao conjunto de elementos insofismáveis e já públicos qualquer outro cidadão não teria já sido constituído arguido?
Haverá duas justiças? Será que qualquer outro cidadão não estaria já a ser investigado?
Como é que as embaixadas em Lisboa estarão a informar os seus governos sobre o caso Freeport?
O que é que dirão do primeiro-ministro de Portugal?
O que é que dirão da justiça em Portugal?
O que é que estarão a dizer de Portugal?
Que efeito estará tudo isto a ter na respeitabilidade do país?
Que efeitos terá um Primeiro-ministro na situação de José Sócrates no rating de confiança financeira da República Portuguesa?
Quantos pontos a mais de juros é que nos estão a cobrar devido à desconfiança que isto inspira lá fora? E cá dentro também?
Que efeitos terá um caso como o Freeport na auto-estima dos portugueses?
Quanto é que nos vai custar o caso Freeport?
Será que havia ambiente para serem trocados favores por dinheiros no Ministério que José Sócrates tutelou?
Se não havia, porque é que José Sócrates, como a lei o prevê, não se constitui assistente no processo Freeport para, com o seu conhecimento único dos factos, ajudar o Ministério Público a levar a investigação a bom termo?
Como é que a TVI conseguiu a gravação da conversa sobre o Freeport?
Quem é que no Reino Unido está tão ultrajado e zangado com Sócrates para a divulgar?
E em Portugal, porque é que a Procuradoria-Geral da República ignorou a gravação quando lhe foi apresentada?
E o que é que vai fazer agora que o registo é público?
Porque é que o presidente da República não se pronuncia sobre isto?
Nem convoca o Conselho de Estado?
Como é que, a meio de um processo de investigação jornalística, a ERC se atreve a admoestar a informação da TVI anunciando que a tem sob olho?
Será que José Sócrates entendeu que a imensa vaia que levou no CCB na sexta à noite não foi só por ter feito atrasar meia hora o início da ópera?
Mário Crespo, Jornal de Notícias, 30 de Março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Advogada amiga de Sócrates
Advogada amiga de Sócrates

Paula Lourenço, advogada de Manuel Pedro e de Charles Smith, dois dos arguidos do processo Freeport, é amiga de José Sócrates e do seu pai, o arquitecto Fernando Pinto de Sousa. Além disso, a advogada, que defendeu José Braga Gonçalves no caso da Universidade Moderna, é também a defensora de Carlos Santos Silva, um empresário muito conhecido da Cova da Beira, também amigo de longa data de José Sócrates.
Carlos Santos Silva era proprietário da empresa Conegil, que participou no consórcio vencedor da construção e exploração de uma Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos promovido pela Associação de Municípios da região. Este concurso deu origem a um processo que está agora à espera da marcação da data de julgamento na Boa-Hora. Um dos arguidos é Horácio Luís de Carvalho, proprietário da empresa HCL, que adquiriu uma parte do capital da empresa de Carlos Santos Silva , mas que o manteve à frente da Conegil.
Outro dos arguidos é António José Morais, também amigo de José Sócrates e professor de quatro das cinco cadeiras feitas pelo primeiro-ministro na Universidade Independente. António Morais está acusado dos crimes de corrupção passiva para a prática de acto ilícito e de branqueamento de capitais. Horácio Luís de Carvalho é acusado de crimes de corrupção activa e branqueamento de capitais.
Mais Dados: 'Magalhães'
Paula Lourenço é a advogada da empresa J. Sá Couto, que está a produzir os célebres computadores ‘Magalhães’ para os alunos portugueses.
Turkey's Islamist Danger
Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Islamists Approach Europe
Turkey's Islamist Danger
by Bassam Tibi
Middle East Quarterly
Winter 2009, pp. 47-54
http://www.meforum.org/article/2047
Since their electoral landslide victory in November 2002, Islamists within Turkey's Justice and Development Party (Adalet ve Kalkınma Partisi, AKP) have camouflaged themselves as "democratic Islamic conservatives."[1] The AKP claims to be the Muslim equivalent of the Christian-Democratic parties of Western Europe. Such an analogy is false, however. What the AKP seeks is not "Islam without fear," to borrow the phrase of Trinity College professor Raymond Baker,[2] but rather a strategy for a creeping Islamization that culminates in a Shari‘a (Islamic law) state not compatible with a secular, democratic order. The AKP does not advertise this agenda and often denies it. This did not convince the chief prosecutor of Turkey who, because of AKP efforts to Islamize Turkey, sought to ban the party and seventy-one of its leaders. While the AKP survived a ban, the majority of justices found that the AKP had worked to advance an Islamist agenda and undermine secularism.[3] Nevertheless, the AKP enjoys the backing of the United States and the European Union as well. Through its support for institutional Islamism in Turkey, the West loses its true friends: liberal Muslims.
Advance of Secularism
The processes of secularization predate the Kemalist revolution and trace back to the Tanzimat reforms, which Ottoman sultans began in the mid-nineteenth century. However, it was the Kemalist revolution that established real secularism in Turkey. Today, Turkey is the only one of fifty-seven majority Muslim states in which secularism is constitutionally enshrined. After establishing the republic, Mustafa Kemal Atatürk abolished the caliphate, Shari‘a courts, and other aspects of the Islamic legal system and religious order. The problem remains, however, that while the state is secular in terms of its full adoption of the Swiss legal code, such secularism does not extend to civil society, at least in terms of "open society."[4]Constitutionally, Turkey is a secular state but, in reality, both Turkish civil society and its institutions are weak. In this sense, Turkey does not meet the democratic standards prevailing in the member states of the European Union. Turkish law guarantees neither freedom of religion nor freedom of speech. In 2005, Turkish authorities sought to prosecute prominent Turkish writer Orhan Pamuk for his remarks regarding the World War I-era deaths of Armenians.[5] The AKP has legislated a variety of reforms, but these remain more cosmetic than real.[6] Şerif Mardin, a political science professor at Sabancı University who is sympathetic to the AKP, argues that "Civil society is a Western dream … [It] does not translate into Islamic terms."[7]
Still, Turkey is democratic. Despite coups in 1960, 1971, and 1980, Turkey has had thirteen competitive, national elections in the past half-century and more than twenty changes of ruling party. Next to Mali and Senegal, Freedom House ranks Turkey the freest majority Muslim country.[8] But, even if it compares favorably to other majority Muslim countries, Turkey is not a fully democratic state. Its national security council, Milli Güvenlik Kurulu (MGK), was long run by the military and is still dominated by the military.[9] While not the most democratic institution—the MGK could, in practice, overrule parliament—the organization has secured the secular character of Turkey much as Iran's Council of Guardians intervenes to ensure that country's Islamist character. Ironically, even as European officials applauded reforms that, in August 2004, bestowed a civilian head and civilian majority upon the MGK, Turkey has become less democratic.
Today, the AKP party with almost a two-thirds majority in parliament, rules Turkey like a one-party state. The party ignores the opposition and has abandoned efforts to reach out to any constituency beyond Anatolian Islamists. It awards state positions, for example, almost exclusively to Islamists.[10] Still, even as Ankara backslides away from democracy, Prime Minister Recep Tayyip Erdoğan and President Abdullah Gül leverage the European Union accession process to create an illusion of tolerance and reform.
Turkey's Approach to Europe
In a sense, the AKP's Islamism and European outreach illustrate a paradox in the way Muslims approach Europe: Either they favor Europeanization of Islam or Islamization of Europe.[11] With reform and accommodation, Islam can be compatible with democracy, but Islamism cannot. In the world of Islam, Islamism aims at reversing the process of cultural modernization. Today, acculturation and secularization are reversed into re-traditionalization, de-acculturation, and de-secularization. The ongoing de-Westernization in Turkish society is clear. There have been three Islamist parties since the 1970s with a real chance of acquiring power. All three were judicially invalidated—the Milli Selamet Partisi in 1980, the Refah Partisi in 1998, and the Fizelet Partisi in 2001—for the threat they posed to secularity in Turkey.[12]
Each of the Islamist leaders pursued different strategies. Neçmetten Erbakan who, as Refah leader, became Turkey's first Islamist prime minister, combined Islamism with neo-Ottomanism—an ideological revival of Ottoman glory—and pan-Turkish outlooks. The Erdoğan generation of Islamists, in contrast, presents itself in European terms, but its commitment to both Europe and democracy is instrumental. As Hudson Institute scholar Zeyno Baran explains, the AKP's commitment to democracy rests not on philosophical agreement with its principles but rather because "democratic elections … [have] proven to be the easiest and most legitimate path to power."[13]
Europeanized Islam embraces the values of cultural modernity, pluralism, and secular tolerance. Secularism and religious tolerance have, in many ways, provided the basis of European cultural development. Despite its Christian roots, Europe has been secular since the Renaissance and Enlightenment. Polemics that insist that the European Union is reluctant to accept an Islamic country into its fold are false. Europe was Europeanized through "the spread of one particular culture."[14] There is no reason why Turkish assimilation into Europe could not Europeanize Turkey just as the EU has Europeanized Spain, Greece, Poland, and in part, Romania. Turkey, after all, is contiguous with Europe and shares a common Byzantine heritage with much of southern Europe, including not only the Balkan states but also much of Greece.
Ottoman modernity, however, never accepted the spirit of Europe. It was based on the adoption of European instruments and technology but the rejection of European values. Such instrumental Europeanization did not stabilize the Islamic-Ottoman rule but rather contributed to its downfall. The Kemalist revolution arose from the failure of the Young Ottomans and Young Turks. Atatürk's agenda was the Europeanization of Turkey, not only technologically but also with the adoption of cultural outlooks based on modern values and norms. The Kemalist revolution sought to give Turkey a civilizational identity defined not by religion but rather by cultural values shared with Europe: secularism, individual human rights, civil society, and the rule of law. The problem with Atatürk's Europeanization of Turkey was that the process was a revolution from above, imposing innovations on society without providing the necessary cultural underpinning. By focusing on urban centers, it left the countryside barely affected. The result was a bifurcation of society: a European, urban culture in Istanbul, Ankara, and Izmir, and a rural society deeply rooted in Islamic tradition.[15]
The AKP, however, does not accept Europeanization. Rather, AKP leaders pursue a double strategy: They verbally dissociate their party—and themselves—from political Islam while simultaneously embracing Islamic identity politics and, like many Islamist parties across the globe, also engaging in anti-Christian polemics.[16] The AKP uses education as its major instrument to further Islamist identity politics, introduce reinvented Islamic values, and de-Westernize society. And while the AKP claims secular credit for pursuing Turkey's EU membership, it defames Europe as an exclusionary "club of Christians."[17] Since its November 2002 accession, the AKP has engaged in a "creeping Islamization."[18] The AKP has sought to further this through politics of cultural Islamization, especially in education and media. Erdoğan has worked to expand Anatolian culture in the cities, helped by internal migration. The slums and shanty towns have become the AKP's chief base of support.
Needed: Islam's Europeanization
The problem of both Turkey's entry into the European Union and the Turkish diaspora in Europe is not Islam itself but rather how to encourage the Turkish diaspora's Europeanization. If Turkey were to become a secular, European-style democracy, it would face no obstacles to European Union accession, nor would such a strong boundary exist between Turkey and Europe if Turkey's religion were a more civil Islam.[19]
What Turkey needs is not simply a laundry list of civil reforms but Europeanization of Islam. There is nothing European about the ghettos of Turkish migrants living in Islamic enclaves in Berlin suburbs such Neuköln and Kreuzberg. These "Muslim enclaves"—including the Turkish ones—are "in the West, but not of it."[20] The AKP encourages such a division, though. In February 2008, Erdoğan labeled assimilation of Turks a "crime against humanity."[21] The Turkish diaspora in Europe remains antagonistic to their new home. The two major Turkish mosques in Germany—in Pforzheim and Bremen—are named Fatih (conqueror) after Ottoman Sultan Mehmet the Conqueror who, in 1453, captured the Byzantine capital of Constantinople, modern day Istanbul.
Most Turks in Germany are not integrated into civil society. If Turkey, as the AKP sees it, enters the European Union, it would resemble more the Kreuzberg and Neuköln enclaves than the European parts of Istanbul or Ankara. While Erdoğan says his decision to guide Turkey toward Europe is firm, declaring, for example, that "Turkey has no other alternative than the full membership of the EU,"[22] it is less certain whether Europe could absorb a country ruled by Islamists.
The question of whether Turks can or will adopt a Europeanized Islam is crucial because demography and migration suggest that Europe will be dealing with Turkey for years to come. Turkish migration westward is not simply a twentieth and twenty-first century phenomenon but part of a larger pattern that began almost a millennium ago.[23] Many Turks joined Ottoman incursions into southeast Europe for opportunity and adventure.[24] Turkey's European Union accession would lead to a similar movement of population. The European Union's living standard and generous welfare system will attract Turkey's rural population, which suffers from an unemployment rate between 20 and 30 percent, and where many do not receive welfare benefits.[25] Indeed, some Turkish politicians have suggested that this migration should make Turkey more attractive to Europe arguing that Turkey can offer Europe, with its aging and declining populations, a young Turkish population. There is something to this. Turkish population figures have doubled since 1970 while Western European states have a shrinking population due to low birth rates and an aging population.[26] No doubt, migration would be an advantage for Europe, as much as it has been for the United States, provided that Europe, like the United States, assimilates its immigrants.
Given the AKP's instrumental approach to EU accession, it is ironic that while the European public largely opposes Turkey's accession, European diplomats still push the Turks to undermine the three pillars of the secular republic—the military, judiciary, and educational system—purportedly to make Turkey fit into the European Union. While European officials couch their prescribed reforms in the language of transformational diplomacy and democracy promotions, they ignore that Islamists only accept democracy as the rule of the majority, not as a culture of pluralism. At the World Economic Forum in Davos in 1999, the late prime minister Bülent Ecevet responded to European criticism of the imbalance of power between the parliament and the MGK by explaining, "In your countries, the political culture [of] secularity is well established, and therefore, there is no need for a guardian to protect it. In my country, Turkey, secularism still lacks firm foundations and can always be threatened, therefore the need to protect it."[27]
The Turkish writer Murat Çakır described the Islamists as "pseudo-democrats," who use democracy as a cover for the promotion of Islamization whether in Turkey itself or among the Turkish diaspora in Europe.[28] He observes that Ankara does not contribute to Europeanizing the Turkish Muslim diaspora. Mosques, built and administered by the Turkish state through the Diyanet İşleri Başkanlığı (directorate of religious affairs), are not European even if they are moderate in comparison to the more militant Milli Görüş mosques.[29] The difference between the Diyanet and Milli Görüş mosques, however, has eroded since AKP accession led to its control of the Diyanet.
The secular commitment to democracy and to its values does not register in the Islamist model of an Islamic state (din-ü-devlet), which the AKP's actions show it accepts. Why then have Western policies toward Turkey not changed under AKP rule? Part of the problem is that Europe does not have a clear awareness of its civilizational identity. In contrast, migrants and Turkey itself strongly cultivate civilizational awareness in their own identity politics. The Islamist challenge and the potential of Islamization are based on facts, but they are not well understood in Europe. The Turkish diaspora in Europe, as well as the population in Turkey itself, is caught between Europeanization and Islamization. The European decision-makers have proven in the past to be incapable of designing policies to address challenges arising from ethnic-cultural diversification of the population. European officials neglect or simply ignore cultural issues such as the identity of Europe and Europeanization.
The AKP Abandons Compromise
Compromising and power sharing are an essential part of democratic politics. Repeated experience with Islamists show that they go to the ballots but fail to compromise when they win. The AKP is no exception. Erdoğan wanted to promote his foreign minister, Abdullah Gül, to the presidency in 2007, and he did so at the expense of a traditional process of consensus-building among opposition parties and so sparked a political crisis. While the AKP won subsequent parliamentary elections, its victory had as much to do with the weakness of the secularist parties as with satisfaction with the AKP. The 2007 election win enabled the AKP to retrench, sending Gül to Çankaya palace as the first non-secular president of Turkey.
With its majority solidified and no longer fearing the veto of a secular president, the AKP accelerated its de-secularization of Turkish society. Here, the head scarf is especially important. Among Islamists, the head scarf is not just an article of clothing but an icon of civilizational divide. Islamists view the head scarf as a provision of the Shari‘a.[30] It has become symbolic of the tension between Europeanization and Islamization. In a 2004 ruling, the European Court of Human Rights found the right to a head scarf not to be a human right, thus dismissing an Islamist lawsuit.[31] Upon their reelection, though, the AKP decided to provoke secular elites with legislation enabling female university students to wear a head scarf on campus and in classes. On June 5, 2008, the Turkish Supreme Court deemed the AKP's law to be unconstitutional on the grounds that it eroded Turkey's secular character.[32] Soon after, the London-based pan-Arabic daily Al-Hayat quoted Erdoğan as stating, "We are going to shut down the constitutional court."[33] Many Europeans have cheered Erdoğan and condemned court actions in Turkey. AKP partisans in the Turkish press and proponents of Turkey as a model of moderate Islam in the United States and Europe labeled Turkish secularists as "fascists" and accused them of undermining "democratic" Islamists.[34] Zeyno Baran observed that such an artificial dichotomy "inadvertently strengthens hard-line Islamists."[35] As the West sides with the Islamists, the opposition, feeling abandoned, has become more anti-Western. Again, Baran explains, "The opposition's anti-Western stand is more like that of a lover with a broken heart … [they] fear that Europeans push them to undertake reforms that will make Turkey more Islamic, and then will tell them that they are too Islamic to join a Western club."[36]
The crisis continued into the summer as the Constitutional Court heard arguments that the AKP had violated the principles of a democratic and secular Turkish republic.[37] Had the court dissolved the party, it would have toppled the government and plunged the country into political turmoil.[38] The court wanted to avoid this outcome as it would have ended the AKP but not the Islamist challenge. The AKP could simply have transferred its assets to another party and reemerged under a new name, just as the AKP had emerged from the ashes of Fezilet. The court did not acquit the AKP, however, but instead gave it a strong warning to stop steering Turkey away from the secular order that the constitution mandates towards an Islamic one. Court president Haşim Kiliç stated, "There is no verdict on closure … However, in this ruling a serious warning has been issued to the party [AKP], and I hope this conclusion will be elevated and will be taken accordingly."[39]
Secularism Abandoned
Western politicians, scholars, and opinion leaders barely understand what is going on in Turkey. Too many Western pundits depict Turkey's increasing Islamism as fortuitous. The Rand Corporation's Stephen Larrabee, for example, wrote, "Under the AKP, Turkey has emerged as an important diplomatic actor in the region … without the AKP … the United States would lose an important partner in trying to stabilize this volatile region … At the same time, banning the party could undercut efforts to promote reform and democracy in the Middle East."[40] Such views infuriate secular Turks. It is ironic that the intra-Turkish debate on the pernicious nature of Islamism has been more open than the Western one.
In the name of democratic reforms, as European diplomats have observed, the AKP has reduced the secular impact of the army, defamed judicial defense of the constitution as a "judicial coup," expanded the Imam Hatip religious schools and equated them to secular schools, and fired university presidents. Too many in the West praise the AKP as "moderate Islamic." The only difference, however, between moderate and jihadist Islamists is the use of the ballot box instead of violence to come to power. It may be important to include Islamists in democracy but certainly not with the Western naive notion that inclusion will tame Islamism. This is the lesson that should be drawn from Hamas in Gaza, Hezbollah in Lebanon, and certain Islamist parties in Iraq.
Hamas and Hezbollah may be represented in parliaments, but they have kept their militias that represent the antithesis of democracy. They show how their embrace of the democratic game is only a tactical step. The AKP may be better than Hamas and Hezbollah since it has no militia although its dominance and use of the police force and secret services have become nearly as abusive.
The proper solution for crisis-ridden Turkey is neither the tacit Islamic law of the AKP nor a coup by the Turkish secularists. Rather, the European Union and the United States should encourage the strengthening of civil society by making the weak institutions of Turkish democracy stronger. Moderate Islamists want to Islamize, not democratize.[41] They are committed to the procedure of democracy but not to its pluralistic and peaceful political culture. Political Islam in Turkey is an important issue for Europe. Turkey not only has close relations to the West, but it also has a diaspora of more than four million in the European Union.[42] While many moderate Muslims seek to Europeanize Islam, the Islamism practiced by the AKP is an ideology of cultural divide, tension, and conflict, despite all of the pro-Europe rhetoric in which Islamists in Turkey engage in their pursuit to exploit the European Union for their agenda of Islamization.
Bassam Tibi is a professor of international relations at Göttingen University in Germany and A.D. White Professor-at-Large at Cornell University. His most recent book is Political Islam, World Politics and Europe (New York: Routledge 2008).
[1] Ihsan Dagi, "Turkey's AKP in Power," Journal of Democracy, July 2008, pp. 25-30.
[2] Raymond William Baker, Islam without Fear: Egypt and the New Islamists (Cambridge: Harvard University Press, 2003).
[3] BBC News, July 28, 2008; Los Angeles Times, July 31, 2008.
[4] Fatma Müge Goçek, Rise of the Bourgeoisie, Demise of Empire, Ottoman Westernization and Social Change (New York: Oxford University Press, 1996); Niazi Berkes, The Development of Secularism in Turkey (London: Hurst, 1998).
[5] Tagesanzeiger (Zurich), Feb. 5, 2005; Spiegel Online (Hamburg), Dec. 16, 2005.
[6] Turkey 2006 Progress Report (Geneva: European Union: European Commission, Nov. 8, 2006), pp. 25-8.
[7] Şerif Mardin, "Civil Society and Islam," in John Hall, ed., Civil Society (Cambridge, U.K.: Polity, 1995), pp. 278-9.
[8] "Combined Average Ratings: Independent Countries 2008," Freedom in the World (Washington, D.C.: Freedom House, 2008), accessed Sept. 11, 2008.
[9] Turkey 2007 Progress Report (Geneva: European Union: European Commission, Nov. 6, 2007), p. 9.
[10] See Turkish Daily News (Ankara), Aug. 7, 2008.
[11] Bassam Tibi, "Europeanizing Islam, or the Islamization of Europe," in Timothy Byrnes and Peter Katzenstein, eds., Religion in an Expanding Europe (New York: Cambridge University Press, 2006), pp. 204-24.
[12] Marvine Howe, Turkey Today. A Nation Divided over Islam's Revival (Boulder: Westview, 2000), pp. 1-10, 179-94; Sueddeutsche Online (Munich), July 31, 2008.
[13] Zeyno Baran, "Divided Turkey," The Journal of Democracy, Jan. 2008, pp. 56-7.
[14] Robert Barlett, The Making of Europe (Princeton: Princeton University Press, 1993), p. 269.
[15] Ellen K. Trimberger, Revolution from Above (New Brunswick: Transaction Books, 1978), p. 112.
[16] Ursula Spuler-Stegemann, ed., "Introduction," Feindbild Christentum im Islam (Freiburg: Herder, 2004), pp. 7-11.
[17] Agence France-Presse, Jan. 26, 2008.
[18] Baran, "Divided Turkey," p. 69.
[19] Bassam Tibi, "The Quest of Islamic Migrants and of Turkey to Become European," Turkish Policy Quarterly, Spring 2004, pp. 13-28.
[20] John Kelsay, Islam and War (Louisville: John Knox Press, 1993), p. 118.
[21] FAZ.net (Frankfurt), Feb. 10, 2008.
[22] Welt Online (Berlin), Feb. 11, 2008.
[23] Lord Kinross, The Ottoman Centuries. The Rise and Fall of the Turkish Empire (New York: Morrow Quill, 1977), pp. 15-7.
[24] Metin Kunt and Christine Woodhead, Süleyman the Magnificant and his Age. The Ottoman Empire in the Early Modern World (London: Langman, 1995), p. 10.
[25] Serhat Salihoğlu, "Welfare State Policies in Turkey," South-East Europe Review for Labour and Social Affairs, Oct. 2002, pp. 21-6.
[26] Daten, Fakten, Trends zum demographischen Wandel in Deutschland (Wiesbaden: Bundesinstitut für Bevölkerungsforschung und statistisches Bundesamt, Bevölkerung, 2008), p. 31.
[27] World Economic Forum, Davos, Switzerland, Feb. 1999.
[28] Murat Çakır, Die Pseudodemokraten. Türkische Lobbyisten und Islamisten (Düsseldorf: GDF Publikation, 2000), pp. 101-76.
[29] For more on the Milli Görüş, see Lorenzo Vidino, "The Muslim Brotherhood's Conquest of Europe," Middle East Quarterly, Winter 2005, pp. 25-34.
[30] Nilüfer Göle, The Forbidden Modern: Civilization and Veiling (Ann Arbor: University of Michigan Press, 1996).
[31] "Case of Leyla Şahin vs. Turkey," European Court of Human Rights, application no. 44774/98, Nov. 10, 2004; "Grand Chamber Judgment: Leyla Şahin v. Turkey," European Court of Human Rights, press release, Nov. 10, 2005.
[32] The New York Times, June 6, 2008.
[33] Al-Hayat, June 11, 2008.
[34] See, for example, Mustafa Akyol, "The Threat Is Secular Fundamentalism," The International Herald Tribune, May 4, 2007.
[35] Zeyno Baran, "Illiberal Democracy? Fighting for Turkey's Soul," The International Herald Tribune (Paris), June 11, 2008.
[36] Ibid.
[37] BBC News, July 28, 2008; Los Angeles Times, July 31, 2008.
[38] The International Herald Tribune, July 30, 2008.
[39] The International Herald Tribune, July 30, 2008.
[40] Stephen Larrabee, "Turkey's Broadening Crisis," The International Herald Tribune, July 25, 2008.
[41] Bassam Tibi, "Islamist Parties. Why They Can't Be Democratic," Journal of Democracy, July 2008, pp. 43-8.
[42] Bevölkerung und Erwerbstätigkeit. Bevölkerung mit Migrationshintergrund. Ergebnisse des Mikrozensus 2006 (Wiesbaden: Statistisches Bundesamt, 2008), pp. 5-13, 60; Internationales Statistisches Jahrbuch (Wiesbaden: Statisitisches Bundesamt, 2006), p. 241.
