segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cuba anterior a Castro e com Castro


Entre 1825 e 1897, entre 60 a 75% de toda a renda bruta que a Espanha recebeu do exterior vieram de Cuba.

O primeiro carro eléctrico que circulou na América Latina foi em Havana em 1900.

Também em 1900, antes de qualquer outro país na América Latina foi em Havana que chegou o primeiro automóvel.

A primeira cidade do mundo a ter telefone com ligação directa (sem necessidade de telefonista) foi em Havana, em 1906.

Em 1907, estreou em Havana o primeiro aparelho de raios-x em toda a América Latina.

Em 19 de Maio de 1913 quem primeiro realizou um voo em toda a América Latina foram os cubanos Agustin Parla e Rosillo Domingo, entre Cuba e Key West, que durou uma hora e quarenta minutos.

O primeiro latino-americano a ganhar um campeonato mundial de xadrez foi o cubano José Raúl Capablanca, que, por sua vez, foi o primeiro campeão mundial de xadrez nascido num país subdesenvolvido. Ele venceu todos os campeonatos mundiais de 1921-1927.

Em 1922, Cuba foi o segundo país no mundo a abrir uma estação de rádio e o primeiro país do mundo a transmitir um concerto de música e apresentar uma notícia pelo rádio.

A primeira locutora de rádio do mundo foi uma cubana: Esther Perea de la Torre. Em 1928, Cuba tinha 61 estações de rádio, 43 delas em Havana, ocupando o quarto lugar no mundo, perdendo apenas com os EUA, Canadá e União Soviética. Cuba foi o primeiro do mundo em número de estações por população e área territorial.

Em 1937, Cuba decretou pela primeira vez na América Latina, a jornada de trabalho de 8 horas, o salário mínimo e a autonomia universitária.

Em 1942, o cubano Ernesto Lecuona torna-se o primeiro director musical latino-americano de uma produção cinematográfica mundial e também o primeiro a receber indicação para o Oscar norte-americano.

O segundo país do mundo a emitir uma transmissão televisível foi Cuba em 1950. As maiores estrelas de toda a América, que não tinham oportunidade nos seus países, foram para Havana para actuarem nos seus canais de televisão.

O primeiro hotel a ter ar condicionado em todo o mundo foi construído em Havana: o Hotel Riviera em 1951.

O primeiro prédio construído em betão armado em todo o mundo ficava em Havana: O Focsa, em 1952.

Em 1954, Cuba tem uma cabeça de gado por pessoa. O país ocupava a terceira posição na América Latina (depois da Argentina e do Uruguai) no consumo de carne per capita.

Em 1955, Cuba é o segundo país na América Latina com a menor taxa de mortalidade infantil (33,4 % por mil nascimentos).

Em 1956, a ONU reconheceu Cuba como o segundo país na América Latina com as menores taxas de analfabetismo (apenas 23,6%). As taxas do Haiti era de 90%; e Espanha, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Brasil, Peru, Guatemala e República Dominicana 50%.

Em 1957, a ONU reconheceu Cuba como o melhor país da América Latina em número de médicos per capita (1 por 957 habitantes); com a maior percentagem de casas com energia eléctrica a seguir ao Uruguai; e com o maior número de calorias (2870) ingeridas per capita.

Em 1958, Cuba é o segundo país do mundo a emitir uma transmissão de televisível a cores.

Em 1958, Cuba é o país da América Latina com maior número de automóveis (160.000, um para cada 38 habitantes). Era quem mais possuía electrodomésticos. O país com o maior número de quilómetros de ferrovias por km2 e o segundo no número total de aparelhos de rádio.

Ao longo dos anos cinquenta, Cuba detinha o segundo e terceiro lugar em internações per capita na América Latina, à frente da Itália e mais que o dobro da Espanha.

Em 1958, apesar da sua pequena extensão e possuindo apenas 6,5 milhões de habitantes, Cuba era 29.ª economia do mundo.

Em 1959, Havana era a cidade do mundo com o maior número de salas de cinema: (358) batendo Nova York e Paris, que ficaram em segundo lugar e terceiro, respectivamente.

E depois o que aconteceu?

Veio a revolução comunista... e hoje... Resta o desespero de uma população famintasem liberdade tem mesmo de abandonar o país, sem dignidade, onde a actividade que mais emprega é a prostituição e a corrupção.








Que referências morais da escola
«democrática»?


Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.


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sábado, 28 de setembro de 2013

2 princípios + 4 objectivos
do novo Ministro dos Assuntos Sociais
da Austrália


As suas propostas baseiam-se em  dois princípios:
  • Primeiro, as políticas públicas devem proteger e promover o casamento e a família,
  • e, em segundo lugar, sempre que possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações familiares e da comunidade, em vez de as substituir.

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».









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http://www.moldaraterra.blogspot.pt/2013/09/d-ilidio-leandro-apoia-peticao-europeia.html





terça-feira, 24 de setembro de 2013

Para ti, que és um amante
da língua portuguesa!


Sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

há anos atrás  –  professores catedráticos a falar assim!


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domingo, 22 de setembro de 2013

A nossa liberdade


Paulo Chagas, General da Reserva do Exército do Brasil

Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma «noite» que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?


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http://www.maislusitania.blogspot.pt/2013/09/a-nossa-liberdade.html





sexta-feira, 20 de setembro de 2013

«Cultura»

Estes «artistas» constituíram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) e são subsidiados pelo Ministério da «Cultura»! Aqui está um exemplo da utilidade dos nossos impostos. E, como podem verificar, a «multidão» que assistiu não poupou aplausos.


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http://vimeo.com/62237213#at=0




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

É prudente que os invertidos não sejam
dadores de sangue, assegura especialista


No meio da polémica pelo restabelecimento do veto às doações de sangue dos invertidos na Rússia, o Dr. José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional das Associações Médicas Católicas (FIAMC), referiu que «para o seu próprio bem e para o bem dos receptores de sangue, é prudente que não sejam dadores» os invertidos.

As autoridades governamentais da Rússia, que permitiram as doações de sangue por parte dos invertidos desde 2008, anunciaram recentemente que estão avaliando reverter esta decisão, depois de revelar que 65 por cento de infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) são invertidos.

O Dr. Simón Castellví explicou que «muitas pessoas não podem ser dadores de sangue por vários motivos: por anemia, menores de idade e por doenças diversas. Para o seu próprio bem e para o bem dos que recebem o sangue».


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O «Instituto Militar do Colégio de Odivelas»,
ou fazer história?


João J. Brandão Ferreira

Com o título «Fazer história» escreveu a Secretária de Estado da Defesa (SED), Dr.ª Berta Cabral (BC), um patético artigo no DN do pretérito dia 2. Parto do princípio que foi ela a autora.

Nele congratulava-se com o facto de, supostamente ter-se extinto a «última limitação de género da república portuguesa (em minúsculas, como no original), por se permitir que as raparigas possam frequentar o Colégio Militar (CM) (faltam ainda os conventos, seminários e colégios privados, mas não vamos hoje por aí).


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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Professora primária faz vídeo pornográfico
na sala de aula


Pedro Rainho, Jornal i, 11 Setembro 2013

Agrupamento de escolas reúne-se hoje para discutir caso e encontrar soluções. Docente terá sido surpreendida por aluno durante gravação.

Uma professora do ensino primário do agrupamento de escolas de Mértola terá gravado vídeos de teor sexual na sala onde dá aulas a alunos entre os seis e os nove anos.


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domingo, 1 de setembro de 2013

Afinal, quem é que defende a Civilização?


Heduíno Gomes

A defesa da Civilização não é novidade na literatura política portuguesa. Contudo, por pressão ideológica da esquerda, principalmente daquela esquerda mais badalhoca, a anarco-liberal, tornou-se politicamente incorrecta. Civilização? Valores morais? Regras entre as pessoas? Religião? Isso é tudo reaccionário! Isso é voltar ao antigamente, ao fascismo (???)!

Nos anos 90 do século XX, apesar do ambiente ideológico adverso, a revista Lusitânia Expresso acentuou a defesa do conceito de Civilização. Mas não tardou que alguns dos próprios inimigos da Civilização passassem a recuperar a palavra adulterando o conceito. Passaram então a adoptar a linguagem da «civilização», dos «avanços» e «conquistas civilizacionais», enquanto designavam com isso precisamente retrocessos civilizacionais, fenómenos bárbaros, contra o ser humano e a natureza.


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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MDN, MAI, incêndios e asneiras escusadas


João José Brandão Ferreira

Uma das primeiras intervenções do novel Ministro da Defesa (MDN), efectuada numa visita à Força Aérea (FA), foi a de perspectivar o regresso daquele Ramo militar ao combate aos incêndios florestais (IF).

A ideia é boa, apesar de requentada, e mereceu desde logo – e bem – um alerta do respectivo Chefe de Estado Maior, lembrando que tal desiderato não seria viável de um dia para o outro.

Como as pessoas em Portugal têm a memória curta por esquecimento ou conveniência, vamos tentar dilucidar, sucintamente, todo este imbróglio. Porque de um imbróglio se trata, apesar da aparente candura das palavras ministeriais.

O Governo tinha adquirido, em 1982, equipamentos com o acrónimo «MAFFS», que foram adaptados aos aviões C-130, e que permitiam largar sobre os incêndios uma quantidade apreciável de uma calda retardante. Custaram, na altura, cerca de 200.000 contos.
Para além disto, na «época dos fogos» distribuíam-se pelo país meia dúzia de helicópteros AL III, que ficavam em alerta aos incêndios. Estes helicópteros tinham uma capacidade muito reduzida de actuação, pois apenas podiam transportar equipas até cinco elementos e largar um pequeno balde de água sobre o fogo.

Com o agravamento anual do número de fogos e área ardida, cada vez foi necessário alugar mais hélis e aviões a empresas privadas, o que gerou um negócio de muitos milhões.

Em 1997, durante o governo do Eng. Guterres, o Secretário de Estado da Administração Interna, Armando Vara, decidiu (presume-se que com o assentimento do MDN), retirar a FA do combate e prevenção aos IF. Tal decisão abriu o caminho para se vir a adquirir, mais tarde, meios aéreos para esta missão, que foram colocados na dependência do MAI.
A fundamentação para tudo baseou-se – como se encontra descrito em vários documentos – na pouca capacidade que a FA possuía para atacar os IF, já que as poucas aeronaves C-130 existentes (cinco, mais tarde seis), o reduzido número de tripulações e o número substancial de outras missões cometidas à esquadra, nunca ter permitido o uso simultâneo dos dois equipamentos MAFFS existentes, a que acrescia as limitações do AL III (para o fim a FA já tinha muitas dificuldades em comprar a calda, pois esta já estava adjudicada a terceiros).

Para além disto, referia-se, o Estado gastava muitos milhões de contos a alugar, sazonalmente, aviões e hélis, não era dono de nenhum e estava sujeito ao mercado.

Salvo melhor opinião, as principais razões que levaram à alteração da política governamental não têm nada a ver com a argumentação aduzida, ou tem pouco a ver. As razões, creio, radicam-se na «luta de capelinhas»; na proeminência que o MAI passou a ter sobre a Defesa; na paranóia em querer afastar os militares de tudo o que não tivesse exclusivamente a ver com a vida nos quartéis, substituindo-os por «boys e girls» – uma pecha insaciável dos partidos – e, também porque nos negócios a efectuar, a FA a Armada e o Exército não terem por hábito pagar comissões ou horas extraordinárias. Senão não teriam feito o disparate que fizeram que é sempre pago pelo contribuinte.
Tudo, aliás, tem resultado num desastre: os fogos não param, a legislação não é adequada, não há prevenção, há muitos acidentes com os bombeiros (os poucos que se apresentam dos cerca de 30.000 inscritos…), etc. Não se sabendo o que fazer com o que restava dos Guardas Florestais, nem como os enquadrar, resolveu-se incorporá-los na GNR que, por ser um corpo militar, é pau para toda a obra; e até se inventou um grupo especial de intervenção contra os fogos, dentro daquela corporação, cuja missão nada tem a ver com isto.

Em contrapartida nada se fez para reforçar os sapadores bombeiros que são os únicos profissionais em apagar fogos, em todo este âmbito…

Ora se tivesse havido boa mente na apreciação da situação, o que deveria ter sido feito era ter aumentado os meios da FA (já que eram insuficientes…) e, ou, dotá-la de meios apropriados que pudessem ser aproveitados noutro tipo de missões, de modo a rentabilizá-los todo o ano. Manter-se-ia, deste modo, os meios aéreos sob comando e controle centralizado (sem embargo da descentralização da execução), a serem operados por quem sabe e tem experiência e capacidade de os operar e manter.
Mas não, decidiu-se pegar no dinheiro – que pelos vistos nunca faltou no MAI – e ir-se inventar a pólvora, pois no nosso desgraçado país os últimos 30 anos têm sido um farró! E o «negócio dos Incêndios» lá continuou de vento em popa.

Constituiu-se mais um dos inúmeros grupos de trabalho (GT), que pulularam no país, como cogumelos, para se equacionar a coisa. As conclusões deste GT foram entregues, em 6 de Setembro de 2005 e daqui surgiu a EMA, Empresa de Meios Aéreos (de capitais públicos), na dependência do MAI.

Do plano inicial fazia parte a compra de hélis ligeiros (quatro) e pesados (seis) e aviões pesados (quatro). Mas continuava a advogar-se o aluguer de 20 (!) hélis e 14 (!) aviões ligeiros e médios. Afinal…
Só para se ter uma ideia da insanidade em que se caiu, em 2010 chegaram a operar, em simultâneo, 56 meios aéreos, o que representa 40% da totalidade das aeronaves do inventário da FA!

Acabou-se por só se adquirir os helicópteros, um negócio atribulado com a Rússia (os Kamov) e, ainda os AS350B3, da Eurocopter (tudo cerca de 54-56 Milhões de euros), e já não se adquiriram os aviões por não haver dinheiro. Os hélis chegaram entre Junho de 2007 e Março de 2008.

O intermediário foi a empresa Heli Portugal, a quem foi adjudicado, também, por cinco anos, a manutenção das aeronaves, o que vale 16 M euros/ano.

A chefia da FA ainda fez uma proposta, em finais de 2004, avançando com a ideia de uma esquadra de aviões tipo Canadair (oito a 10), de multiuso. Este avião tem a vantagem de já ter dado boas provas e ser operado por Marrocos, Espanha, França, Itália e Grécia, podendo-se equacionar uma futura «poole» destes meios. Ficou, ainda, em aberto a hipótese de reconfiguração dos 10 SA 330 Puma existentes e em desactivação, mas aproveitáveis, apesar de não serem os ideais. Hoje estão à venda e não se lhes encontra comprador.
Não deixa de ser curioso notar, contudo, que a chefia da FA, entre 1997 e 2000, não se ter mostrado nada interessada na questão dos IF, nem nos «Canadair».

A FA, com realismo militar, mas com falta de «perspicácia» política, sempre foi dizendo que necessitava de cinco anos para tudo estar operacional, o que logo foi aproveitado pelos políticos, como óbice pela falta de celeridade. Menos, certamente, por preocupação com os fogos, mas por estarem sempre de olho nas próximas eleições e no papelinho do voto…

É claro que a proposta ficou na gaveta da política e só não temos a certeza do grau de assertividade com que esta dama foi defendida. E devia tê-lo sido, não só pela FA mas pelo Conselho de Chefes.

E, assim, se avançou para a organização de uma empresa para operar helicópteros num organismo que sabia rigorosamente nada sobre tal «negócio». O Estado Português tem destas coisas e é, como se sabe, rico.

Faltava agora decidir sobre o dispositivo, isto é, onde estacionar os meios. A Autoridade Nacional de Protecção Civil pretendia meios colocados em Loulé e S. Comba Dão (e outros locais) mas, para além disto, era necessária uma base central.

O MAI António Costa, ainda tentou colocá-los na antiga base de Tancos (que tem todas as infra-estruturas, espaço e está despido de meios aéreos, e para isso reuniu com os Chefes do Exército e da FA. A reunião correu mal (para variar), e nenhum acordo foi atingido.

Resultado, foi-se gastar uma nota gorda (cerca de 15M euros), a fazer uma «base» no aeródromo municipal de Ponte de Sor (a 50 km de Tancos…), que foi completamente remodelado.

Como houve dificuldades, no inicio, em recrutar pilotos para os «Kamov», a EMA foi generosa e passou a oferecer 6000 euros/mês a um comandante, fora as alcavalas. Afinal só não há dinheiro é para os hélis dos Ramos, nem para aumentar o risco de voo dos pilotos militares… Para já não falar nos diferentes pesos e medidas, que o mesmo patrão (o Estado), usa para com os seus servidores.
Como ninguém, aparentemente, explicou com algum detalhe aos senhores do MAI, que operar meios aéreos não é propriamente o mesmo que colocar uma asa num carro de bombeiros, os custos da empresa não mais pararam de derrapar e o passivo já ultrapassa os 40 milhões, se é que se podem acreditar nas contas que por aí correm. Tentou-se, «in extremis» impor quotas de horas de voo à GNR, PSP, ANPC, SEF, IMTT, etc., o que tem gerado uma apreciável confusão.

E agora ninguém sabe o que fazer. Daí o anzol lançado pelo MDN.

A desintonia e os desencontros, entre MDN, MAI, bem como entre as principais entidades que têm andado ligadas a esta problemática, têm sido a regra.

Os incêndios, esses, continuam a surgir por geração espontânea e fazem o seu percurso placidamente.

Deve ser das alterações climáticas.





quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Bode expiatório


Paulo Morais, Correio da Manhã, 13.11.2012

A fúria que muitos sentem relativamente à chanceler alemã Angela Merkel é compreensível. Mas não foi Angela Merkel a responsável pelo estado a que chegámos, pela crise em que nos mergulharam, pelo enorme endividamento das famílias ou pelos esquemas de corrupção que exauriram as contas públicas. Foi Cavaco Silva, e não Merkel, que enquanto primeiro-ministro permitiu o desbaratar de fundos europeus em obras faraónicas e inúteis, desde piscinas e pavilhões desportivos sem utentes, ao desnecessário Centro Cultural de Belém.

Foi o seu ministro Ferreira do Amaral que hipotecou o estado no negócio da Ponte Vasco da Gama.

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75.º Aniversário do Grupo
dos Amigos de Olivença

O Grupo dos Amigos de Olivença, sociedade patriótica, comemorou em 15 de Agosto o seu 75.º aniversário.

Com efeito, foi em 1938 que um grupo de três distintos e abnegados portugueses – Ventura Ledesma Abrantes, Francisco de Sousa Lamy e Amadeu Rodrigues Pires –, inconformados com a ocupação de Olivença por Espanha e alimentados pelo espírito irredentista da restauração da soberania portuguesa sobre o território de Olivença, decidiu fundar esta Associação.

Ao longo destes 75 anos, pugnado e defendendo activamente a reintegração da Vila de Olivença e seu termo no Território Nacional, do qual foi apartada à força pela Espanha em 1801, a acção do Grupo dos Amigos de Olivença sustenta-se naquela que tem sido a posição repetidamente afirmada e nunca desmentida pelo Estado Português de que «Olivença é território português».

O Grupo dos Amigos de Olivença reitera hoje, com a legitimidade que lhe conferem estes 75 anos de esforços pela retrocessão de Olivença, tudo quanto esteve na base da sua fundação e manterá uma vigilância atenta e permanente sobre as relações diplomáticas, políticas e económicas entre Portugal e Espanha, de modo a intervir com pertinência e oportunidade em defesa dos interesses duradouros da Nação Portuguesa, afirmando com denodo e determinação os nossos direitos e reivindicando a satisfação de compromissos nunca cumpridos por parte do Estado Espanhol.

O Grupo dos Amigos de Olivença reafirma publicamente a sua determinação em continuar com o seu combate em vista da recuperação do território Oliventino, legítima reivindicação de Portugal, animado com um cada vez maior apoio junto dos políticos e da opinião pública portuguesas, e sem esquecer a corajosa população oliventina que, tendo ao longo destes 200 anos, tem defendido e preservado a sua língua e tradições portuguesas, hoje reivindica o reencontro de Olivença com a sua Pátria.

A insistência do Grupo dos Amigos de Olivença não esmorece pois nos assiste-lhe a Razão, a História, a Moral e o Direito. Neste nosso esforço conta com a vontade comum de contribuir para o fortalecimento da patriótica missão do Grupo dos Amigos de Olivença.

Grupo dos Amigos de Olivença





terça-feira, 20 de agosto de 2013

Uma colecção de aldrabices
de Passos Coelho


«Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.»

«Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar o futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.»

«Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.»

«Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.»

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O humanismo de gulag de Cavaco & associados


Heduíno Gomes

A propósito do falecimento de Urbano Tavares Rodrigues, Cavaco emitiu uma nota em que destaca  o «profundo humanismo» deste membro do PCP, que foi até ao fim dos seus dias apoiante deste partido do gulag (campos de trabalhos forçados soviéticos) e do holodomor (genocídio pela fome de 10 milhões de ucranianos em 1933). Calcule-se, Cavaco não diz apenas humanismo, este é «profundo» !!!

Também o Primeiro-Ministro e o Secretário de Estado da Cultura emitiram notas com poucas vergonhas dos mesmo quilate.

São assim os nossos dirigentes nacionais: hipócritas ou idiotas úteis (escolham!), sem coerência, sem princípios, sem decência, sem critérios morais e políticos nas suas opinices. Swap-democratas, swaplistas, profundo-humanistas e outras espécies, todos lado a lado, todos sentados à mesma mesa do sistema abrilista – sem o qual de facto não seriam ninguém na vida.

Mapa dos campos de concentração soviéticos (GULAG).













Posto de vigia dos campos de concentração.














Soljenitsin no gulag.




















Deportações em massa para o gulag.













Soldado armado a conduzir deportados.

















O Governo soviético, em 1932-1933, confiscou a totalidade
das colheitas na Ucrânia, provocando a fome e a morte.
















No total, foram exterminados 10 milhões de ucranianos.













As imagens do «profundo humanismo» são claras.














Hitler teve professor «profundamente humanista».
















Qualquer pessoa honesta, mesmo que temporariamente enganada,
reconhecerá a verdade da História.

Urbano Tavares Rodrigues não conhecia isto?