quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Comunicado da Santa Sé
No comunicado divulgado hoje, afirma-se que «segundo os procedimentos particulares previstos para as partes da convenção, a Santa Sé toma nota das observações conclusivas sobre os próprios relatórios, os quais serão submetidos a estudo e exames minuciosos no pleno respeito da convenção nos diferentes âmbitos apresentados pela comissão em conformidade com o direito e a prática internacional, tendo também em conta o debate público interactivo com a comissão realizado a 16 de Janeiro de 2014».
«Todavia, a Santa Sé lamenta ver nalguns pontos das observações conclusivas uma tentativa de interferir no ensinamento da Igreja Católica sobre a dignidade da pessoa humana e na prática da liberdade religiosa», acrescenta o texto.
O comunicado precisa finalmente que «a Santa Sé reitera o seu compromisso em defesa e protecção dos direitos da criança, em sintonia com os princípios promovidos pela Convenção sobre os direitos da criança e segundo os valores morais e religiosos oferecidos pela doutrina católica».
Tolerância zero
Numa recente entrevista publicada na Rádio Vaticana, o núncio ante a ONU em Genebra, o arcebispo Silvano Tomasi, rejeitou as acusações de que o Vaticano tenha obstaculizado as investigações a sacerdotes católicos acusados de abusos sexuais contra menores.
«As acusações que a Santa Sé obstaculizou a actuação da Justiça parecem-me gratuitas. Impedir um país de aplicar a sua jurisdição seria uma interferência ilegal e injusta», disse Dom Silvano Tomasi.
Recentemente, o director da sala de imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assegurou que o maior defensor das crianças é o Santo Padre: «Que chefe dos 193 Estados do comité da convenção sobre os Direitos da Criança pode representar melhor testemunho e eficaz aval que o Papa Francisco e o seu amor tão forte pela infância?», questionou.
Depois de lamentar os casos de abusos sexuais cometidos por membros do clero, o sacerdote recordou que os últimos Papas e os organismos competentes do Vaticano trabalharam e trabalham arduamente para «o estabelecimento de normas e directrizes rigorosas e eficazes para curar, resistir e prevenir os graves fenómenos de abuso sexual contra menores de idade», o que inclui «a actualização das leis do Estado da Cidade do Vaticano em assuntos penais».
Seguindo os passos de seu predecessor, Bento XVI – que estabeleceu uma série de normas rigorosas para lutar contra os abusos sexuais, assim como com a política de tolerância zero – o Papa Francisco já deu importantes passos neste assunto, como a criação de uma comissão para tratar este problema, e apoia e promove o trabalho da Igreja em todo mundo para garantir os direitos e o bem-estar das crianças.
Abusos: Clara resposta do Vaticano à ONU
e firme compromisso pelas crianças
O gabinete de imprensa da Santa Sé divulgou um comunicado no qual responde claramente às acusações da ONU feitas hoje num relatório no qual se afirma que supostamente o Vaticano permitiu o abuso de «milhares de crianças» (embora a presidente do Comité, Kirsten Sandberg, admitisse não ter um número concreto). Diante destas declarações, a Santa Sé reiterou o seu compromisso na defesa e protecção da infância.
O comunicado da Santa Sé saiu logo depois de um relatório – apresentado por alguns meios de imprensa seculares como a agência Associated Press (AP) como «devastador» – no qual o comité para os Direitos da Criança da ONU «criticou severamente o Vaticano com as suas atitudes em relação à homossexualidade, o planeamento familiar e o aborto, e pediu que se revissem as suas políticas para assegurar que se protejam os direitos das crianças e o seu acesso à saúde».
O relatório do organismo internacional refere que «o comité está profundamente preocupado com o facto de a Santa Sé não reconhecer o alcance dos crimes cometidos, que não tenha dado os passos necessários para proteger as crianças e que tenha adoptado um comportamento e tomado decisões que levaram à continuação dos abusos e à impunidade dos predadores».
A AP assinala também que «é muito provável que essas recomendações (do comité da ONU) sejam desprezadas pelo Vaticano, que tem essa divergência histórica com as Nações Unidas em temas como a saúde reprodutiva».
Austen Ivereigh, fundador e líder do grupo internacional Vozes Católicas, comentou que o relatório da ONU é uma «mostra estremecedora de ignorância e elevada parcialidade».
Do mesmo modo, indica a AP, o líder católico referiu que o documento não reconhece o progresso que se fez em anos recentes e que em muitos lugares a Igreja é considerada líder na protecção aos menores. Também disse que o comité não distinguiu entre as responsabilidades e jurisdição da Santa Sé e das Igrejas locais.
«Nalguns casos (o relatório) tenta mudar os ensinamentos da Igreja e diz como interpretar as Escrituras, o que certamente vai além da jurisdição da ONU e contradiz as leis internacionais sobre liberdade religiosa», acrescentou.
Clique no crime que quer ler... (121-150)
(continua)
121. – Carros de luxo para as Águas de Portugal
122. – Cavaco Silva começa a perder o respeito do povo...
123. – Cavaco Silva e o seu sonho na Pide.
124. – Cavaco Silva está em crise, crise é para todos.
125. – Cavaco Silva está inocente?
126. – Cavaco Silva sai sempre caro, votem sempre nele.
127. – Cavaco Silva traidor, colocou raposas no galinheiro...
128. – Centro de corrupção em Portugal: Parlamento
129. – CERTEIRO ESTE SENHOR CHAMOU OS VIGARISTAS PELOS NOMES...
130. – CGD, mais uma elite protegida.
131. – Cidadão envergonha Armando Vara no tribunal, vídeo...
132. – CLAUDIA BORGES, cunhada de António Costa.
133. – Colocar os interesses dos políticos e da banca à acima do interesse nacional...
134. – Combater a corrupção com corruptos, já vem de longe...
135. – Comissão Europeia mostra cegueira ou incompetência...
136. – Comissário executivo da contratante e sócio-gerente da empresa contratada...
137. – Comissões que negoceiam com a TROIKA defendem os interesses de quem?...
138. – Como anular um julgamento de políticos e amigos,
139. – Como as autarquias arruínam Portugal. Exemplos...
140. – Como e onde os políticos decidiram tomar Portugal ...
141. – Como é que os corruptos escolhem os gestores
142. – Como engordar salários e barrigas com subsídios na AR..
143. – COMO FALIR UM PAÍS EM 5 MINUTOS DE MÁ GESTÃO.
144. – Como funciona o nosso governo, SÓ AMIGOS...
145. – Como ganhar 110.000,00 euros sem esforço.
146. – Como gerir para falir um país.
147. – Como transferir, com a ajuda do fisco, os recursos públicos para o privado...
148. – Como tratam os corruptos, estilo BPN, noutros países...
149. – Como vender os interesses de Portugal.
150. – Compra propriedade ao estado por 11 milhões e vende por muito mais...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Hollande recua perante defensores da família
A manifestação que no
passado domingo reuniu centenas de milhares de pessoas nas ruas de Paris e de
Lyon, em protesto contra a lei antifamília do Governo francês, levou Hollande a
recuar.
A nova lei
visava, entre outras coisas, legalizar a reprodução medicamente assistida para
invertidos e lésbicas. Actualmente estes procedimentos só são permitidos para
casais casados e com problemas de fertilidade.
Com a nova lei a
inseminação artificial, no caso de lésbicas, e as barrigas de aluguer, para
invertidos, seriam legalizadas.
Inicialmente o Governo
tentou apaziguar a oposição dizendo que as medidas não iam fazer parte da nova
lei, mas dissidentes socialistas vieram a público dizer que se o Governo as
abandonasse tentariam emendar a lei para as inserir novamente. Perante esse
facto Hollande recuou, dizendo que a nova lei das famílias não será apresentada
até ao final do ano.
As manifestações organizadas pelo movimento «Manif pour
Tous», que se formou o ano passado em oposição à legalização do chamado
«casamento» dos invertidos, alcançaram assim o seu objectivo.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
«Direitos» homossexuais v. Liberdade
Religiosa: casos concretos
Filipe d’Avillez
Num artigo recente expliquei que parte da minha oposição à adopção e
co-adopção por homossexuais radica na preocupação pelos efeitos que isso poderá
vir a ter sobre a liberdade religiosa, o respeito pela liberdade de consciência
de cristãos e outros que se oponham a estes casos de engenharia social e um
gradual afastamento destas vozes da praça pública.
Alguns comentadores criticaram-me, dizendo que estava a falar de «potenciais possíveis marginalizações e restrições de liberdade de expressão e pensamento que poderão vir a acontecer num futuro mítico, mas que nunca aconteceram nem noutros países nem em temas semelhantes em Portugal».
Este artigo destina-se a comprovar que esses casos têm, de facto, acontecido noutros países, daí a minha preocupação ser perfeitamente fundada. Neste texto não apresento um único caso que não esteja devidamente fundado através de links para artigos comprovativos da sua veracidade.
Agências católicas fechadas
A adopção por homossexuais foi legalizada no Reino Unido em 2002. Nessa altura operavam em Inglaterra, País de Gales e Escócia pelo menos 12 agências de adopção ligadas à Igreja Católica.
Em 2007 foi declarado que as agências católicas discriminavam contra homossexuais ao dar exclusividade ou preferência a casais legalmente casados. As agências contestaram mas em vão. Nesta altura não existia ainda o «casamento» entre homossexuais.
Das 12 agências católicas de adopção que existiam nessa altura, actualmente apenas duas ainda existem. A agência Catholic Care, de Leeds, continua a combater a legislação em tribunal, até agora perdeu todos os recursos. A St. Margaret's Children and Family Care Society, na Escócia, está na mesma situação.
Todas as outras agências católicas ou fecharam portas, ou dissociaram-se da Igreja para poderem continuar a trabalhar no ramo da adopção, comprovando que o Cristianismo não é bem-vindo nesta área de acção social, apesar de ter sido pioneiro no cuidado pelos órfãos e crianças necessitadas. É perfeitamente expectável que dentro de poucos anos a Igreja tenha sido completamente banida deste sector, em nome da igualdade.
Em 2010 um casal britânico, com longos anos de experiência como casal de acolhimento para crianças necessitadas, foi informado de que não poderiam continuar a prestar esse serviço. Os Owen, que são cristãos, tinham dito a um funcionário da segurança social que os entrevistou que não poderiam dizer a uma criança que o estilo de vida homossexual é aceitável. Note-se que não disseram que fariam questão de dizer às crianças o que achavam da homossexualidade ou da sua prática, mas simplesmente que, se questionados sobre a aceitabilidade desse estilo de vida (e não orientação), não poderiam concordar.
Os Owen, que em anos de acolher crianças nunca tinham tido qualquer problema, recorreram mas perderam. Pode-se concluir, portanto, que no Reino Unido quem defende uma visão sobre a sexualidade humana em linha com a do Cristianismo não é considerada aceitável para acolher crianças necessitadas. Esta é uma informação particularmente interessante à luz das afirmações dos defensores da adopção por parte de homossexuais é crucial para poder tirar mais crianças de instituições. Note-se, ainda, que os Owen não são católicos, mas protestantes.
Ainda no Reino Unido há vários outros casos em que os «direitos» dos homossexuais triunfaram sobre o direito à liberdade de consciência de outros cidadãos. Num desses
casos a funcionária do registo Lillian Ladelle foi
despedida por dizer que se recusaria a oficiar em uniões de facto de
homossexuais. Já Gary McFarlane, funcionário público especializado em
aconselhamento sexual, disse que preferia não prestar esse aconselhamento a
homossexuais, tendo sido também despedido. Tanto Ladelle como McFarlane
recorreram até ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que decidiu contra
eles.
Temos também o caso do casal Bull, donos de um turismo de habitação, que
em 2008 se recusaram a alugar um quarto com cama de casal a um par de
homossexuais, baseando a sua decisão nas suas convicções religiosas. Levados a
tribunal perderam e foram obrigados a pagar uma indemnização de 3 600 euros.
Note-se que num turismo de habitação estamos a falar de um negócio comercial,
sim, mas que é ao mesmo tempo a casa do casal que o gere, pelo que não se pode
comparar com um hotel, por exemplo.
Por fim, um caso perturbador que teve lugar na Escócia e que mostra até que ponto as autoridades poderão estar dispostas a ir para mostrar a sua tolerância, que todavia tem quase sempre só um sentido.
Uma mulher de 26 anos, toxicodependente em recuperação, perdeu os seus dois filhos que foram colocados à guarda dos seus pais, avós das crianças, pela segurança social. Contudo, e apesar de os avós terem 46 e 59 anos, a segurança social veio mais tarde a retirar-lhes a guarda das crianças e deu-as em adopção a um «casal» homossexual.
A mãe protestou dizendo que queria pelo menos que os seus filhos ficassem com uma mãe e um pai, mas de nada lhe valeu. Os avós tentaram travar a adopção em tribunal, mas rapidamente perceberam que o processo judicial os levaria à falência muito antes de chegar ao fim, pelo que se viram forçados a desistir.
França e Suécia
Em França o «casamento» entre homossexuais foi aprovado em 2013, no meio de grandes protestos e manifestações. França apresenta um caso interessante, uma vez que lá os presidentes de câmara podem oficiar nos casamentos.
Logo surgiram casos de autarcas que se recusaram a cumprir a lei, mas neste caso também não existe qualquer possibilidade de objecção de consciência, pelo que os casos vão parar aos tribunais e podem, eventualmente, levar a penas efectivas para as pessoas em causa.
Os presidentes de câmara que se opõem a esta legislação estimam
representar cerca de 15 mil autarcas cuja liberdade de consciência está a ser
violada pelo Estado e já existem pelo menos alguns casos de processos contra
objectores.
Há ainda outros casos preocupantes na Europa. Na Suécia é conhecida a história de um pastor pentecostal que foi preso e condenado em primeira instância por ter proferido, dentro da sua própria igreja, uma homilia em que disse que a prática homossexual é pecado. Ake Green acabou por ser ilibado pelo supremo tribunal. Mas o tribunal não concluiu que Green não tenha violado a lei, simplesmente considerou que a condenação que Green merecia à luz da lei sueca, não resistiria a um recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, pelo que o deixou sair em liberdade.
Na Escócia, mais recentemente, aconteceu um caso semelhante, com um pastor evangélico a ser detido depois de ter criticado a homossexualidade numa pregação de rua.
Na América é mais bolos
Nos Estados Unidos o choque entre «direitos» dos homossexuais e o direito à liberdade de consciência também tem sido duro. Vários Estados permitem o «casamento» gay e a adopção por pares de homossexuais.
Tal como no Reino Unido, pelo menos três agências de adopção católicas foram forçadas a fechar as portas por se recusarem a colocar crianças com homossexuais. Uma quarta, em Washington D.C., foi informada pelas autoridades que deixaria de poder receber financiamento enquanto se recusar a aceitar colocar crianças com homossexuais.
Alguns casos nos Estados Unidos são perfeitamente caricatos. No Estado do Colorado um «casal» homossexual processou Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, por este se ter recusado a fazer-lhes um bolo de casamento. O juiz não obrigou ao pagamento de qualquer indemnização mas disse que no futuro a empresa não poderia recusar-se a casos desses. O dono já disse que preferia fechar a empresa do que violar a sua consciência.
Um caso semelhante aconteceu no Novo México, mas com uma fotógrafa que se
recusou, por objecção de consciência, a fotografar uma cerimónia de união de
facto homossexual. Elane Huguenin foi condenada e obrigada a pagar uma
indemnização de 7 mil dólares. Ambos os casos devem acabar por chegar ao
Supremo Tribunal, que tem um registo impressionante de defender a liberdade
religiosa, mas independentemente do veredicto final, mostram uma tendência
preocupante.
Há ainda uma outra frente nos EUA que vai dar certamente muito que falar. Com a legalização do «casamento» homossexual em vários estados tem havido uns quantos casos de professores e funcionários despedidos das escolas, universidades e outras instituições religiosas por se terem «casado» com os seus respectivos parceiros homossexuais.
À primeira vista isto poderia parecer um caso contrário aos outros apresentados aqui, em que o discriminado é o homossexual, contudo, existe uma diferença muito importante. É que enquanto nestes casos os funcionários trabalham para uma instituição privada, religiosa, com uma posição bem conhecida sobre este assunto, nos outros casos trata-se de o Estado a tomar partido contra os cristãos. Ora o Estado tem uma obrigação de neutralidade que a Igreja não tem e, mais, esses funcionários, pelo menos nos EUA, costumam assinar um documento em que se comprometem a não violar os princípios da instituição em que trabalham. Um caso verdadeiramente semelhante seria uma associação de promoção dos direitos dos homossexuais despedir um funcionário que se opõe, aberta e publicamente, aos seus princípios.
A questão aqui não é tanto legal, uma vez que poucos contestam o direito das instituições, mas sim da pressão da opinião pública que se intensifica contra elas, como demonstra este artigo, que enumera vários desses casos.
Agradeço quaisquer outros comentários e eventuais links para histórias que me tenham escapado.
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| Jack Phillips, «vítima» dos «direitos» homossexuais |
Alguns comentadores criticaram-me, dizendo que estava a falar de «potenciais possíveis marginalizações e restrições de liberdade de expressão e pensamento que poderão vir a acontecer num futuro mítico, mas que nunca aconteceram nem noutros países nem em temas semelhantes em Portugal».
Este artigo destina-se a comprovar que esses casos têm, de facto, acontecido noutros países, daí a minha preocupação ser perfeitamente fundada. Neste texto não apresento um único caso que não esteja devidamente fundado através de links para artigos comprovativos da sua veracidade.
Agências católicas fechadas
A adopção por homossexuais foi legalizada no Reino Unido em 2002. Nessa altura operavam em Inglaterra, País de Gales e Escócia pelo menos 12 agências de adopção ligadas à Igreja Católica.
Em 2007 foi declarado que as agências católicas discriminavam contra homossexuais ao dar exclusividade ou preferência a casais legalmente casados. As agências contestaram mas em vão. Nesta altura não existia ainda o «casamento» entre homossexuais.
Das 12 agências católicas de adopção que existiam nessa altura, actualmente apenas duas ainda existem. A agência Catholic Care, de Leeds, continua a combater a legislação em tribunal, até agora perdeu todos os recursos. A St. Margaret's Children and Family Care Society, na Escócia, está na mesma situação.
Todas as outras agências católicas ou fecharam portas, ou dissociaram-se da Igreja para poderem continuar a trabalhar no ramo da adopção, comprovando que o Cristianismo não é bem-vindo nesta área de acção social, apesar de ter sido pioneiro no cuidado pelos órfãos e crianças necessitadas. É perfeitamente expectável que dentro de poucos anos a Igreja tenha sido completamente banida deste sector, em nome da igualdade.
Em 2010 um casal britânico, com longos anos de experiência como casal de acolhimento para crianças necessitadas, foi informado de que não poderiam continuar a prestar esse serviço. Os Owen, que são cristãos, tinham dito a um funcionário da segurança social que os entrevistou que não poderiam dizer a uma criança que o estilo de vida homossexual é aceitável. Note-se que não disseram que fariam questão de dizer às crianças o que achavam da homossexualidade ou da sua prática, mas simplesmente que, se questionados sobre a aceitabilidade desse estilo de vida (e não orientação), não poderiam concordar.
Os Owen, que em anos de acolher crianças nunca tinham tido qualquer problema, recorreram mas perderam. Pode-se concluir, portanto, que no Reino Unido quem defende uma visão sobre a sexualidade humana em linha com a do Cristianismo não é considerada aceitável para acolher crianças necessitadas. Esta é uma informação particularmente interessante à luz das afirmações dos defensores da adopção por parte de homossexuais é crucial para poder tirar mais crianças de instituições. Note-se, ainda, que os Owen não são católicos, mas protestantes.
Ainda no Reino Unido há vários outros casos em que os «direitos» dos homossexuais triunfaram sobre o direito à liberdade de consciência de outros cidadãos. Num desses
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| Lillian Ladele |
Por fim, um caso perturbador que teve lugar na Escócia e que mostra até que ponto as autoridades poderão estar dispostas a ir para mostrar a sua tolerância, que todavia tem quase sempre só um sentido.
Uma mulher de 26 anos, toxicodependente em recuperação, perdeu os seus dois filhos que foram colocados à guarda dos seus pais, avós das crianças, pela segurança social. Contudo, e apesar de os avós terem 46 e 59 anos, a segurança social veio mais tarde a retirar-lhes a guarda das crianças e deu-as em adopção a um «casal» homossexual.
A mãe protestou dizendo que queria pelo menos que os seus filhos ficassem com uma mãe e um pai, mas de nada lhe valeu. Os avós tentaram travar a adopção em tribunal, mas rapidamente perceberam que o processo judicial os levaria à falência muito antes de chegar ao fim, pelo que se viram forçados a desistir.
França e Suécia
Em França o «casamento» entre homossexuais foi aprovado em 2013, no meio de grandes protestos e manifestações. França apresenta um caso interessante, uma vez que lá os presidentes de câmara podem oficiar nos casamentos.
Logo surgiram casos de autarcas que se recusaram a cumprir a lei, mas neste caso também não existe qualquer possibilidade de objecção de consciência, pelo que os casos vão parar aos tribunais e podem, eventualmente, levar a penas efectivas para as pessoas em causa.
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| Jean-Michel Colo, ameaçado com prisão |
Há ainda outros casos preocupantes na Europa. Na Suécia é conhecida a história de um pastor pentecostal que foi preso e condenado em primeira instância por ter proferido, dentro da sua própria igreja, uma homilia em que disse que a prática homossexual é pecado. Ake Green acabou por ser ilibado pelo supremo tribunal. Mas o tribunal não concluiu que Green não tenha violado a lei, simplesmente considerou que a condenação que Green merecia à luz da lei sueca, não resistiria a um recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, pelo que o deixou sair em liberdade.
Na Escócia, mais recentemente, aconteceu um caso semelhante, com um pastor evangélico a ser detido depois de ter criticado a homossexualidade numa pregação de rua.
Na América é mais bolos
Nos Estados Unidos o choque entre «direitos» dos homossexuais e o direito à liberdade de consciência também tem sido duro. Vários Estados permitem o «casamento» gay e a adopção por pares de homossexuais.
Tal como no Reino Unido, pelo menos três agências de adopção católicas foram forçadas a fechar as portas por se recusarem a colocar crianças com homossexuais. Uma quarta, em Washington D.C., foi informada pelas autoridades que deixaria de poder receber financiamento enquanto se recusar a aceitar colocar crianças com homossexuais.
Alguns casos nos Estados Unidos são perfeitamente caricatos. No Estado do Colorado um «casal» homossexual processou Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, por este se ter recusado a fazer-lhes um bolo de casamento. O juiz não obrigou ao pagamento de qualquer indemnização mas disse que no futuro a empresa não poderia recusar-se a casos desses. O dono já disse que preferia fechar a empresa do que violar a sua consciência.
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| Elane Huguenin |
Há ainda uma outra frente nos EUA que vai dar certamente muito que falar. Com a legalização do «casamento» homossexual em vários estados tem havido uns quantos casos de professores e funcionários despedidos das escolas, universidades e outras instituições religiosas por se terem «casado» com os seus respectivos parceiros homossexuais.
À primeira vista isto poderia parecer um caso contrário aos outros apresentados aqui, em que o discriminado é o homossexual, contudo, existe uma diferença muito importante. É que enquanto nestes casos os funcionários trabalham para uma instituição privada, religiosa, com uma posição bem conhecida sobre este assunto, nos outros casos trata-se de o Estado a tomar partido contra os cristãos. Ora o Estado tem uma obrigação de neutralidade que a Igreja não tem e, mais, esses funcionários, pelo menos nos EUA, costumam assinar um documento em que se comprometem a não violar os princípios da instituição em que trabalham. Um caso verdadeiramente semelhante seria uma associação de promoção dos direitos dos homossexuais despedir um funcionário que se opõe, aberta e publicamente, aos seus princípios.
A questão aqui não é tanto legal, uma vez que poucos contestam o direito das instituições, mas sim da pressão da opinião pública que se intensifica contra elas, como demonstra este artigo, que enumera vários desses casos.
Agradeço quaisquer outros comentários e eventuais links para histórias que me tenham escapado.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Petição muito importante
Leia a informação. No final tem a ligação para assinar.
Logo após a derrota do Relatório Estrela, os radicais gays e as feministas do Parlamento
Europeu começaram a trabalhar imediatamente na sua próxima iniciativa: o
«Relatório Lunacek». Com a sua ajuda, tal como fizemos com
o Relatório Estrela, também podemos derrotar este projecto.
No dia 3 de Fevereiro, o Parlamento Europeu votará o
Relatório Lunacek, conhecido oficialmente como «o Roteiro da
União Europeia contra a homofobia e a discriminação com base na orientação
sexual e na identidade de género» (2013/2183).
Adoptado pelo Comité para Liberdades Civis do Parlamento
Europeu (LIBE), o
Relatório Lunacek representa uma tentativa surpreendentemente descarada, da
parte de activistas LGBT, de perverter o sentido real dos direitos fundamentais.
Todavia, o comité LIBE não reflecte a opinião dos membros da câmara.
O Relatório Lunacek impõe os Princípios de Yogyakarta para a
ordem legal da União Europeia. Nos Princípios de Yogyakarta, afirmam falsamente
que «direitos especiais para os gays estão previstos nos direitos humanos
universais» e todos os 120 direitos especiais para a comunidade gay devem ser impostos de modo a preencher
os direitos humanos internacionalmente reconhecidos. O Relatório Lunacek impõe
uma reinterpretação radical e uma manipulação dos direitos humanos.
A parlamentar Ulrike Lunacek, relatora, é uma feminista, esquerdista e
activista LGBT, membro do Parlamento Europeu (Áustria – Partido
Verde), co-presidente
do Intergrupo sobre Direitos LGBT. Em 2013, Lunacek foi co-responsável por uma
emenda que tinha como objectivo legitimar a pedofilia ao defender a necessidade
da «ausência de tabus e de educação sexual interativa» para crianças.
Quais são as referências para o novo Roteiro da União
Europeia? As referências feitas sobre o Roteiro da União Europeia existentes
são extremamente enganadoras. O
actual Roteiro da União Europeia existe apenas para proteger os direitos das
pessoas com deficiências. Mas o lobby LGBT está pervertendo a
intenção original do roteiro ao não o utilizar para estabelecer tratamento igualitário,
e sim para adquirir privilégios especiais! É
desconcertante ver o lobby LGBT valorizar a sua agenda à custa das pessoas
portadoras de deficiências.
Qual é o conteúdo da resolução? A intenção do roteiro é
«institucionalizar a ruína dos direitos humanos». Se for
adoptado, as instituições da União Europeia e os estados membros deverão
comprometer-se com a protecção total do activismo homossexual em todos os
domínios públicos, incluindo não apenas as competências básicas nacionais da
saúde e educação públicas, mas também o emprego e as relações externas. O Relatório Lunacek inclui um amplo mecanismo de veto
que favorece a comunidade LGBT. Segundo esse mecanismo, nenhuma legislação
futura da União Europeia poderá contradizer os interesses dos activistas gays e lésbicas. O roteiro poderá ser utilizado
politicamente para obrigar
todos os estados membros a permitirem o «casamento entre pessoas do mesmo sexo», porque interfere em questões ligadas à cidadania, às famílias e à
liberdade de movimentos. As duplas homossexuais terão acesso à adopção de
filhos e à fertilização in vitro em todos os estados membros. O roteiro garantirá liberdade de
associação e expressão para os activistas gays e combaterá todos os discursos
contrários como crimes de ódio para silenciar os críticos do homossexualismo e
do activismo LGBT. Ao aprová-lo, o Parlamento Europeu permitirá que a União Europeia e os
estados membros utilizem um juízo de valores duplo: liberdade de expressão
irrestrita para a comunidade gay, mas limitada para os possíveis críticos. Nenhuma providência é tomada para proteger os direitos
dos pais de educarem os seus filhos e protegê-los da propaganda homossexual, ou
ainda para proteger o direito à objecção de consciência.
O Relatório Lunacek parece ter o propósito de pressionar
os estados membros a legalizarem os «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo. Isso seria feito de modo insidioso e subtil: por meio
da solicitação de reconhecimento automático de todos os documentos de estado
civil. Na prática, isso significaria que, nos estados membros onde os
«casamentos» homossexuais não são reconhecidos pela lei, esse tipo de união
teria de ser obrigatoriamente reconhecido mesmo que tivesse sido realizado
noutro estado membro.
O relatório também pretende exercer influência política
dentro da Organização Mundial de Saúde para remover o homossexualismo da lista
de desordens comportamentais e mentais. Representa uma surpreendente interferência na liberdade
da ciência por uma instituição política.
Crimes
de ódio são cometidos pelos próprios activistas gays. Em toda a União Europeia
há um aumento bem documentado de «crimes de ódio» cometidos por activistas
homossexuais contra os seus oponentes.
Ver mais
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
O «caso» Atlântida
e aquilo que a imprensa não conta
… e assim, com casos destes, se desfaz um país
Diz o General Vizela Cardoso
Caros Amigos,
Já ouviram falar do famoso «ferry» que foi fabricado nos estaleiros de Viana do Castelo para fazer a interligação das ilhas dos Açores, e que o Governo(?) do Sr César & C.ª Lda, rejeitou porque, em vez de dar 20 Knots de velocidade, só dava 18,5 Knots (?!). Ora a princípio projectou-se um «ferry» para transportar uns 12 carros e dois camiões e 80 passageiros, que é o normal para estas viagens inter-ilhas de rotina.
Eis quando um «expert» da política, com grande visão, lembrou que uma vez por ano há as Festas do Senhor Santo Cristo e, nesse dia, com a vinda dos emigrantes, a lotação poderá subir para 600 passageiros. Aí decide-se fazer um navio para 700 lugares para dar 20 knots de velocidade, com uma dada quota de casco!!
Acontece que, depois do desenho «final», o Governo do Sr César mandou introduzir algumas alterações (estilo camarotes de luxo que, quem já fez cruzeiros, ficou de boca aberta !!!) e isso criou mais peso em relação ao projecto inicial e afundou o casco mais uns centímetros, retirando obviamente velocidade !!! Em resumo: Este «famoso» navio está no Alfeite e a sua manutenção (para que não apodreça) custa a todos nós €400.000/mês!!!!
O Governo dos Açores (por votação da AR, onde estava a Senhora Secretária de Estado da Defesa Berta Cabral, que agora tem este tabuleiro quente nas mãos!!!) rejeitou o navio porque em vez de 20 Knots, só dá 18,5 Knots, mas foi alugar um «ferry» que só dá 14 Knots (ah! ah! ah! ah!) e custa a todos nós uns milhões de Euros/ano (disseram-me o valor mas nem quis acreditar, nem quero dizer!!!!);
E esta gente continua à solta? O Senhor Presidente da República não sabe disto? Será que isto não é razão para declarar o Estado de Sítio até se arrumar a casa destes casos vergonhosos e até que a economia cresça a 3% e formar um Governo de iniciativa Presidencial para este objectivo e para o de reformar o Estado?
Leiam e «consolem-se»… que eu já não tenho paciência!!!!
Um abraço
General José Armando Vizela Cardoso
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Clique no crime que quer ler... (91-120)
(continua)
91. – Argentina e as privatizaçoes, o caos que nos espera...
100. – As prioridades da austeridade selectiva. ..
101. – As técnicas de disfarce de boys e girls ...
102. – As teias "mafiosas" de Sócrates na mira da justiça...
103. – Assistam e acordem, o saque de Portugal reconhecido...
104. – Até as crianças já descobriram como a banca rouba ...
105. – Até um leigo geria melhor o dinheiro do estado.
106. – Atrasos na justiça justificados -
107. – Auditório por concluir há 25 anos demolido...
108. – Aumentem o salário ao Catroga, para bem de todos.
109. – Autarca de Celorico de Basto contrata, por ajuste directo familiares ...
110. – Banca e politica, intercâmbio de boys,
111. – Banco de Portugal, eles querem, eles sonham e a ob...
112. – Barbara e Carrilho - romance de origem profissional...
113. – Boys incompatíveis com cargos, mas bons amigos...
114. – BPN, a prova mais evidente de que o povo já não detem poder de se defender...
115. – BPN/SLN o buraco negro do dinheiro dos portugueses...
116. – BPN/SLN self-service para enriquecer políticos.
117. – Camarate finalmente trazido à luz pela CIA.
118. – Camarate finalmente trazido à luz pelo que fez a b...
119. – Caos e pobreza, toda a verdade: Ganância da banca ...
120. – Carris aumenta preços, para o povo tapar os buracos...
101. – As técnicas de disfarce de boys e girls ...
102. – As teias "mafiosas" de Sócrates na mira da justiça...
103. – Assistam e acordem, o saque de Portugal reconhecido...
104. – Até as crianças já descobriram como a banca rouba ...
105. – Até um leigo geria melhor o dinheiro do estado.
106. – Atrasos na justiça justificados -
107. – Auditório por concluir há 25 anos demolido...
108. – Aumentem o salário ao Catroga, para bem de todos.
109. – Autarca de Celorico de Basto contrata, por ajuste directo familiares ...
110. – Banca e politica, intercâmbio de boys,
111. – Banco de Portugal, eles querem, eles sonham e a ob...
112. – Barbara e Carrilho - romance de origem profissional...
113. – Boys incompatíveis com cargos, mas bons amigos...
114. – BPN, a prova mais evidente de que o povo já não detem poder de se defender...
115. – BPN/SLN o buraco negro do dinheiro dos portugueses...
116. – BPN/SLN self-service para enriquecer políticos.
117. – Camarate finalmente trazido à luz pela CIA.
118. – Camarate finalmente trazido à luz pelo que fez a b...
119. – Caos e pobreza, toda a verdade: Ganância da banca ...
120. – Carris aumenta preços, para o povo tapar os buracos...
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Vídeo sobre a homossexualidade
e práticas associadas
Um vídeo sobre o tema da homossexualidade e práticas associadas.
Este vídeo contem informação que os media não divulgam e que poucos terão conhecimento.
Apesar deste vídeo colocar como referências pessoas que estão longe de o ser (Malcom X e Luther King), contém excelente informação e deve ser visto.
Ver em http://www.youtube.com/watch?
domingo, 26 de janeiro de 2014
Quarenta anos de «ditadura»...
sem co-adopções e outras baldas...
Heduíno Gomes
Desta vez vestida à motard, de blusão de cabedal (mas com a tatuagem do braço tapada), e de piercings à Bairro Alto, a mais indignada e furiosa adepta das causas dos invertidos & fufas, a Isabel Moreira, falou para as televisões.
![]() |
| A III-constitucionalista em blusão motard, a envergonhar os motards. |
![]() |
| Como é giro ver gente fina e docente universitária com tatuagens e piercings, tal hóspede de San Quentin! |
Àquele senhor que diz hoje que tinha consciência das maldades do Salazar «ditador» mas que foi servindo essa malvada «ditadura» enquanto aceitava os vários tachos que esta lhe facultava, incluindo o de ministro.
![]() |
| Repare-se na expressão do
democrata Adriano, ministro de Salazar. Repare-se como ele, coitado, a centímetros do tirano, está tão incomodado com a «opressão» salazarista! |
Àquele senhor que, dizendo-se católico, certamente contribui para a vitória da reacção em matéria sexual – que tanto te preocupa.
Vai-te queixar ao teu paizinho!
sábado, 25 de janeiro de 2014
Ucranianos em Portugal
pedem orações pela paz
A Capelania dos Imigrantes Ucranianos Católicos de Rito Bizantino em Portugal emitiu um comunicado, enviado esta quinta-feira à Agência Ecclesia, no qual pede orações pela paz na Ucrânia, que há dois meses vive um clima de manifestações.
O padre Ivan Hudz, coordenador nacional da capelania, apela a «uma corrente de oração que reflicta uma verdadeira comunhão entre a Igreja de Portugal e da Ucrânia» para que assim, «unidos pela oração, seja feita a denúncia desta situação opressiva e injusta que fustiga o povo ucraniano».
«Desde há dois meses que o povo ucraniano se tem vindo a manifestar no sentido de reivindicar a paz e o respeito pelos direitos humanos, sociais, culturais e religiosos, que permitam a promoção de uma vida melhor na Ucrânia»», mas «a única coisa que o governo tem feito, até ao presente, foi ordenar uma repressão violenta das forças policiais e de segurança contra os cidadãos ucranianos, tendo já, vitimado cinco cidadãos», lamenta a comunidade ucraniana em Portugal.
«Devido a estes acontecimentos e havendo em Portugal uma grande Comunidade Ucraniana, partilhando não apenas o espaço geográfico comum mas, acima de tudo, uma pertença aos valores universais do Cristianismo, atendendo a esta comum partilha de fé em Cristo, é com extremo respeito que vimos pedir-lhe, em nome da Capelania e do povo ucraniano, alguma iniciativa de oração e comunhão com a Comunidade Ucraniana residente em Portugal, nestes dias que queremos que sejam de oração pela Paz na Ucrânia», refere o comunicado.
A Ucrânia tem sido palco desde há cerca de dois meses de manifestações, suscitadas pela decisão do seu presidente, Viktor Yanukovitch, de suspender os preparativos para a assinatura de um acordo com a União Europeia e optar por estreitar os laços comerciais com a vizinha Rússia.
Estas são as maiores manifestações antigoverno desde a revolução laranja em 2004. A praça da independência, no centro de Kiev, tornou-se o campo de batalha, onde os opositores de Viktor Yanukovich enfrentam a polícia. Cinco pessoas morreram esta quarta-feira, acusa a oposição. Duas vítimas mortais é a contabilidade oficial.
Paulo Sadokha, Presidente da Associação de Ucranianos em Portugal, diz que num quadro como este não há diplomacia possível e avisa que a Ucrânia vive um clima de pré-guerra civil.
«Infelizmente não acredito que haja saídas diplomáticas», lamenta.
Os protestos na Ucrânia arrastam-se há já dois meses, depois de o
presidente ucraniano ter recusado um acordo de adesão à União Europeia,
preferindo uma aproximação à Rússia, de Vladimir Putin.
Língua «perteguesa»...
Porque o saber não ocupa lugar!
Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de «a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!».
Amandar
O acto de atirar com força: «O guarda-redes amandou a bola para bem longe».
Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom
Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada
Mulher que diz por aí que se vai divorciar.
É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.
Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Também conhecida por «aéreos».
Falastes, dissestes...
Articulação na 4.ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele
falou, TU FALASTES...
Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial.
Casa que não fractura... não predura.
Há-des
Verbo «haver» na 2.ª pessoa do singular: «Eu hei-de cá vir um dia; tu
há-des cá vir um dia...»
Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante «Inclusivel».
Mô
A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como «bué» ou «maning». Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer «Nha Mãe» e é uma poupança extraordinária.
Númaro
Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante «Inclusivel».
Mô
A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como «bué» ou «maning». Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer «Nha Mãe» e é uma poupança extraordinária.
Númaro
Também com a vertente «númbaro». Já está na Assembleia da República uma
proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em
claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!
Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.
Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex: «Sou perssunal de futebol». Dica: deve ser articulada de forma rápida.
Pitaxio
Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.
Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex: «Sou perssunal de futebol». Dica: deve ser articulada de forma rápida.
Pitaxio
Aperitivo da classe do «mindoím».
Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um «prontus»!
Fica sempre bem.
Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais… Ainda não percebi muito bem o que quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o «stander» de automóveis. O «stander» é um dos grandes clássicos do «português da cromagem»…
Tipo
Juntamente com o «É assim», faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim… tipo, tás a ver?
Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais… Ainda não percebi muito bem o que quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o «stander» de automóveis. O «stander» é um dos grandes clássicos do «português da cromagem»…
Tipo
Juntamente com o «É assim», faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim… tipo, tás a ver?
Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
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