quinta-feira, 17 de abril de 2014

Clique no crime que quer ler... (421-450)
(continua)


421. – QUEM GERE ESTE PAÍS?
422. – Quer ganhar 16 milhões em menos de 10 minutos?
423. – Recebem milhares de euros só por comparecer a reuniões...
424. – REFORMADOS MILIONÁRIOS esgotam os fundos, na Suíça é diferente...
425. – Reformas de luxo em ascensão. 5.448 reformados de luxo...
426. – Reformas de luxo estão ao rubro. A injustiça social...
427. – Reformas milionárias, Jardim tem reforma de 167 mil
428. – Regabofe na Madeira. 3 Milhões em enfeites de Natal...
429. – REGALIAS SEM SENTIDO NA TAP E OUTRAS EMPRESAS
430. – Restrições só para os Pobres. Há que poupar os ricos...
431. – Roubar a segurança social. Arriscar dinheiro público...
432. – ROUBAR PORTUGAL SEM DÓ NEM VERGONHA
433. – Roubo e extorsão dos cidadãos, para apoiar parasit...
434. – RTP oferece o seu único rendimento ás privadas,
435. – Rui Pedro Soares, o inocente ...ou não.
436. – Sacrifícios das fundações parasitas.
437. – Salários antes e depois de cursar a carreira de Boy...
438. – Santana Lopes não cumpre, o povo paga.
439. – SAQUE E EXTORSÃO NAS SCUTS E NOS JUROS AO ESTADO.
440. – Se o governo fizesse justiça…
441. – Secretário de estado adjunto acha as misérias anedotas...
442. – Secretário de Estado aumenta assessor em dois mil euros ...
443. – Sector das comunicações sai caro! 
444. – Seixal endividado mas mal governado...
445. – Selecção portuguesa já está em primeiro lugar,
446. – Sempre a criar leis para albergar mais Boys,
447. – Ser pobre é perder cada vez mais direitos...
448. – Ser politico é ter rendimentos antes de o ser,
449. – Será o pior Natal dos últimos 32 anos.
450. – Será que água da torneira do parlamento provoca a doenças...





quarta-feira, 16 de abril de 2014

A verdadeira história de Aristides Sousa Mendes


O embaixador Carlos Fernandes é um homem de elevada cultura e detentor de um currículo impressionante. Diplomata de carreira, foi também professor universitário e tem uma vasta obra publicada. Conheceu Aristides Sousa Mendes e, cansado de ler e ouvir tão abundantes como mirabolantes fantasias a seu respeito, decidiu escrever o livro «O Cônsul Aristides Sousa Mendes. A Verdade e a Mentira» para repor a verdade histórica, sem deixar de evidenciar a sua simpatia pessoal por Aristides. O jornal Diabo foi recebido em casa do embaixador e entrevistou-o.

O Diabo – O seu livro está a ter um grande sucesso?


Embaixador Carlos Fernandes – Sim, é notável. Mal saiu tive imensos telefonemas e pedidos de livrarias. A primeira edição esgotou rapidamente. A segunda edição estará disponível esta semana. Muita gente me tem contactado para saber onde pode adquiri-lo. Normalmente indico a Livraria Apolo 70, em Lisboa, mas já tive pedidos de outras livrarias. Isso significa que as pessoas têm interesse no tema... As pessoas andavam adormecidas. O português é assim, anda calado até que um dia explode. Ninguém quer ondas e deixa andar, até que há um dia em que as pessoas dizem que «a galinha é gorda demais».

O seu livro é principalmente uma contestação ao livro de Rui Afonso?
Exactamente. É um livro de História, completamente imparcial (se alguém achar que não é, que me diga que eu corrijo), não é a favor de ninguém, nem contra ninguém. Também não me meto na vida privada do Aristides – acho que as pessoas não se devem meter na vida privada dos outros – até porque ele teve uma vida muito complicada.

Conheceu Aristides Sousa Mendes, como era a sua relação com ele?
Nada me move contra o Aristides, pelo contrário. Conheci-o num período muito difícil da vida dele e depois ajudei dois dos seus filhos. Um, o Geraldo, a quem fiz a prova escrita de concurso para o Ministério, mas ele não era capaz. Nem ele nem o filho do secretário-geral, que estavam juntos. O Rui Afonso diz que o filho foi perseguido. O filho do secretário-geral também foi? Também ajudei outro filho, o Sebastião, em Nova Iorque.

Há quem ponha Aristides Sousa Mendes
como uma questão de esquerdas e direitas... 
Quem vir a coisa assim vicia a solução à partida. Até porque ele era da extrema-direita. Era monárquico da extrema-direita e por isso foi para Vigo como cônsul político. Há uma carta dele, que eu publico em anexo no livro, em que ele se gaba de ter perseguido os políticos vencidos no 28 de Maio. É triste, essa carta... Nunca ninguém a publicou.

Como foi possível a construção do mito de Aristides Sousa Mendes?
Eles pensavam, naturalmente, que ninguém apareceria a contar a verdade.
Mas deviam saber que eu não poderia ficar calado.






terça-feira, 15 de abril de 2014

Aspectos da oposição do «bando de Argel» ao Estado Novo I


João J. Brandão Ferreira

Por razões judiciais tenho feito alguma pesquisa no arquivo do Ministério da Defesa, onde se encontra documentação muito interessante, infelizmente ainda longe de estar toda identificada e tratada.

Encontrámos uma miríade de transcrições de emissões de rádios estrangeiras algumas das quais possuíam programas preparados e emitidos por «exilados» portugueses que militavam em partidos e organizações que lutavam contra o regime político instituído em Portugal, em 1933.

Ocorreu-me que seria interessante transcrever alguns trechos dessas emissões para os contemporâneos puderem avaliar o que então se dizia (e as queixas e «denúncias» que se faziam) – na substância e na forma – e poderem comparar com aquilo que se passou a seguir à «revolução» do 25/4/1974 e com o que se passa hoje em dia.

Não farei comentários deixando a cada um retirar as suas conclusões. Vou cingir-me à «Rádio Voz da Liberdade, órgão da Frente Patriótica de Libertação Nacional» (FPLN), que emitia a partir de Argel, entre 1964 e 1974.[1]




Eis o 1.º texto, lido em 11/9/1965, com o título
«Portugal é um País Dependente».[2]

«O terror imposto pelos monopolistas nacionais, ligados a imperialistas estrangeiros, colocou o nosso País numa posição humilhante de dependência perante esses mesmos estrangeiros.

O Portugal de hoje já não é nosso. É daqueles poucos que sobre a miséria do nosso povo e de outros povos, exploram, constroem as grandes fortunas que os tornam influentes e poderosos.

Esta é uma verdade que não receia desmentido. Esta é uma verdade que nos propomos continuar a demonstrar. E assim falamos hoje do sector económico que diz respeito à electricidade.

Entre nós, esta actividade básica da nossa economia está dividida em dois grandes ramos – o da produção e da distribuição da energia eléctrica.

Não vale a pena esquematizar, basta dizer-se que na produção, quer hidráulica quer térmica, existem bastantes companhias ….. em dois principais grupos com ligações entre elas – um dominado pela Companhia Hidro-Eléctrica do Norte, e outro na dependência da Companhia de Gaz e Electricidade de Lisboa.

A CENOF (?) controla e domina a Companhia Eléctrica do Alentejo e do Algarve, a Companhia Eléctrica das Beiras e a Hidro-Eléctrica do Cávado e, ainda, a Hidro-Eléctrica de Portugal. As Companhias Reunidas de Gás e Electricidade têm debaixo da sua alçada a Hidro-Eléctrica do Zêzere e a Hidro-Eléctrica do Alto Alentejo.

A Termo-Eléctrico Portuguesa está…. De muitas outras empresas já citadas além ……

Claro que não podiam lá faltar a CENAF (?) e as Companhias Reunidas de Gás e Electricidade.  A distribuição da energia eléctrica em Portugal foi dada em exclusivo à chamada Companhia  Nacional de Electricidade.

Neste potentado estão presentes todas as companhias já citadas e como é evidente nestas andanças dos jogos monopolistas, lá estão também as companhias dominantes…. E as companhias reunidas de Gás e electricidade.

Isto equivale a dizer-se que estes dois monopólios controlam a produção e a distribuição de energia eléctrica em todo o país e o que é mais, ditam os preços por que essa mesma energia é vendida aos consumidores.

Mas perguntar-se-á, são empresas independentes da nefasta influência estrangeira?

Constituem, por acaso, uma actividade prática daquele nacionalismo que os fascistas tanto apregoam? Ou serão antes pontas de lança de grandes monopolistas estrangeiros mais poderosos do que eles e que através deles exploram o povo português?

Como iremos ver, de nacionalistas nada têm. O que de resto está de acordo com a política antinacional do governo que eles defendem e sustentam no poder. Governo de traição à Pátria.

Vejamos pois o que é a CENOF (?). É um centro de monopolistas em Portugal e que através do Banco Português do Atlântico está ligado à ….. (nomes de vários bancos estrangeiros que não foi possível identificar).

Quando as Companhias Reunidas de Gás e Electricidade estão ligados a….(mais nomes de bancos estrangeiros).

Isto é uma pequena amostra…..(falha).

Esta uma das razões que explica o facto de terem sido construídas barragens e terem aumentado os preços do quilovátio. Por outro lado, como os monopolistas pretendem recuperar o mais possível os capitais investidos, esta também é uma das causas do elevado preço do custo do consumo de energia eléctrica no nosso País.

O programa da FPLN prevê a nacionalização de todos esses sectores básicos da economia nacional. Esse é o caminho seguro para uma verdadeira independência de Portugal. E se presentemente somos dependentes, por traição do fascismo, a revolução que temos que fazer é uma revolução democrática e nacional.

Democrática porque é antifascista. Nacional porque é anti-imperialista.

Portugueses, uni-vos em luta contra o fascismo. Uni-vos na luta por uma verdadeira independência nacional.

Portugal para os portugueses. Portugal para os portugueses.»

Manuel Alegre
Piteira Santos
Tito de Morais
[1]  Recorda-se que a Argélia tinha ascendido à independência, em 1962, depois de uma longa e cruenta guerra com a França. A Argélia tinha um regime político de partido único de inspiração marxista, cujo 1.º presidente foi Ben Bella. Assumia-se como um país do «Terceiro Mundo» vindo, mais tarde, a situar-se na órbita da extinta URSS. A FPLN tinha lá o seu «quartel- general», desde 1962 e o principal apoio. Na FPLN pontuavam Piteira Santos, Tito de Morais e Manuel Alegre. A «Rádio Voz da Liberdade» era um dos seus principais instrumentos e os dois principais (únicos?) locutores eram Manuel Alegre e Estela Piteira Santos.

[2]  Fundo 5/23/79/12, do Arquivo MDN.



NOSSO COMENTÁRIO:

Neste filme, onde é que entrarão a «antimonopolista» EDP, a «democrática» taxa audiovisual, o «desinteressado» Mexia e os «nacionais» chineses?





segunda-feira, 14 de abril de 2014

Em vias de extinção


Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada

Quase todas as notícias nacionais têm que ver com a situação económica e financeira do país. Os políticos parecem ter confundido o Orçamento Geral do Estado com a Constituição e reduzido a própria sociedade a um mercado, onde tudo se compra e vende.

É verdade que não se governa um país, nem uma casa, sem ter em atenção esses índices, que são indispensáveis para a boa governação doméstica e nacional. Mas uma família sã é mais do que uma despensa farta, como o bem comum, a que deve tender o exercício do poder político, também não se limita ao imprescindível acerto das contas públicas. Mesmo que, em país ou casa sem pão, todos ralhem e ninguém tenha razão.

Portugal corre sérios riscos de extinção. Não por causa da delicada situação económica e financeira que atravessa, mas por falta de população. A taxa de natalidade do nosso país é das mais baixas da Europa, muito inferior ao mínimo necessário para garantir a reposição das gerações e a sustentabilidade dos serviços de saúde, pensões e de segurança social.

Contudo, o Estado subsidia generosamente a interrupção voluntária da gravidez e aposta, suicidariamente, numa política antinatalista e contrária à família. Em Portugal prevalece, em termos práticos, a cultura da morte: apoia-se mais o aborto do que a vida, prefere-se a contracepção à natalidade.

Assim sendo, não estranha que se fechem as maternidades e, depois, as escolas. Mais tarde, as universidades ficarão desertas e, por fim, o país. A questão já não é prever a evolução da economia nacional nos próximos anos, mas saber se, por este andar, Portugal não será, em breve, terra de ninguém.





domingo, 13 de abril de 2014

As senhoras SS estiveram distraídas?


Heduíno Gomes

Os jornais noticiaram que, no ano de 2013, houve menos crianças internadas em instituições.

Significa isto que as senhoras da Segurança Social e o IAC da D. Manuela Eanes estiveram distraídas e não cuidaram devidamente do seu ganha-pão, permitindo um rombo no seu complexo social-industrial.


Ó minhas senhoras da SS, inventem lá mais umas violações dos direitos das crianças!





sábado, 12 de abril de 2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

República Inglesa


Heduíno Gomes

Suas Altezas Reais de Inglaterra os príncipes herdeiros William e Kate foram passear à Nova Zelândia e à Austrália. O rebento mais novo, o bebé, acompanhou os príncipes herdeiros. Estes, com o bebé, também príncipe herdeiro, em Wellington, capital da Nova Zelândia, participaram numa comovedora cerimónia em que o bebé esteve com bebés locais, acompanhados de seus pais.

Até aqui, tudo bem... aparentemente.

Eis que a notícia acrescenta que, entre os pais dos bebés convivas, se encontrava uma parelha de invertidos... «pais»... Custou aos contribuintes britânicos esta promoção subliminar das chamadas «novas formas de família» a módica quantia, segundo a imprensa, de um milhão de dólares.

Não sou um entusiasta do regime republicano. Para mim, o importante é ter um bom Chefe de Estado, seja ele rei ou presidente, como o foram o rei D. João II e o presidente Carmona. A apologia de ambos os regimes em si mesmos assenta em pressupostos ideais, e por isso falsos em relação à realidade. Certos reis não os quero e certos presidentes também não.

Dito isto, acrescento que a minha impressão política e moral sobre a casa real inglesa já não era boa, por razões que são do domínio público. Famílias reais que não são exemplo para a instituição familiar e para os valores da Civilização em geral não são reais, são vulgares. E por isso não são dignas de chefiar o Estado, nem sequer de representá-lo. Para rimar com real, chamemos-lhes banal. Famílias banais.

Com mais esta palhaçada com que Suas Altezas Banais colaboraram conscientemente –– ou então os seus serviços de protocolo e o MI5 são uns incompetentes, e, nesta hipótese, dada a gravidade do acto, o mundo civilizado aguarda uma correcção pública ––, passei definitivamente para o lado republicano em Inglaterra, como já tinha feito na Dinamarca, cuja família «real», há anos, mostrou ser igualmente banal. Bem, em Espanha, por todas as razões, viva a República Espanhola, viva la tricolor, que é a melhor maneira de esfrangalhar aquele Estado antiportuguês de hegemonia castelhana.

La tricolor, bandeira da República Espanhola





Clique no crime que quer ler... (391-420)
(continua)


391. – Porque divulgar é preciso... BPN e a máfia..
392. – Porque é que nos dizem que votar é um dever..
393. – Porque razão os contribuintes ainda votam e pactuam...
394. – Portugal ajuda os pobres países do mundo,
395. – Portugal em coma, perante tanta injustiça..
396. – Portugal ganha mais que os USA e que outros países...
397. – Portugal o mais tirano dos governos.
398. – Portugal paga muito bem, para nos falirem.
399. – Portugal tem justiça eficaz para pobres. Ricos prescrevem...
400. – Portugal tem subsídio para todos.
401. – PORTUGAL VAI ASSUMIR MAIS UM NEGOCIO RUINOSO..
402. – Portugal vibra com crime e corrupção politica.
403. – Portugal visto pelo mundo. É um país de corrupção.
404. – Portugueses oferecem-se em sacrifícios, pelo sonho dos politicos...
405. – Portugueses reféns de um governo incompetente.
406. – Precisamos de menos e melhores políticos.
407. – Prejuízos nas portagens, o buraco afunda-se...
408. – Prejuízos que o governo traz para a saúde. Cuide-se...
409. – Presidente da RTP acusado pelos empregados...
410. – Professores convidados a emigrar por ministros
411. – Promessas de Paulo Portas e Passos Coelho, ocas.
412. – Prometeram cortar gorduras,
413. – Promiscuidade em todo o seu esplendor na politica....
414. – Promoção pelo mérito de estar 8 anos sem lá ir
415. – PS e PSD contra a verdade do BPN, sem pudores,
416. – PS/Sócrates mudaram a lei para levarem a cabo mais...
417. – Quando os políticos descobriram a galinha dos ovos...
418. – Quando os privados querem explorar os idosos. 
419. – Quanto custa a Portugal cada ex-presidente?..
420. – Que tipo de gestores são estes? Destruição do património nacional





quarta-feira, 9 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

Isabel Jonet: doidos à solta


Alberto Gonçalves, DN

Quase todas as semanas há uma polémica em redor de Isabel Jonet, menos por culpa da própria do que por empenho dos muitos que a odeiam. O mais recente episódio dessa longa novela prende-se com uma entrevista da presidente do Banco Alimentar à Rádio Renascença, na qual afirmou que as «redes sociais» são «um dos maiores inimigos dos desempregados», os que passam «dias e dias agarrados ao Facebook, ou a jogos, ou a falsos amigos que não existem», e criam a «ilusão» de que trabalham por estarem sentados ao computador.

Isabel Jonet acha que assim é praticamente impossível conseguir-se um emprego, e não custa concordar com a senhora – excepto, claro, se partirmos do princípio de que tudo o que a senhora diz é uma afronta aos desvalidos, dado que a senhora não é de esquerda e, para cúmulo, tem o descaramento de distribuir comida entre os pobres, em vez de retórica. Neste caso, a opção óbvia consiste em distorcer um bocadinho as palavras de Isabel Jonet (o Público jura que ela «critica desempregados») e verter indignação a rodos.

Onde? Ora essa: no Facebook, que serve justamente para que a loucura, à semelhança de certa pobreza, não permaneça envergonhada e confinada a hospitais e consultórios psiquiátricos. Difícil não é perceber como é que inúmeros viciados nas «redes sociais» não arranjam emprego, mas perceber como é que outros tantos mantêm o seu.





Vamos boicotar o Firefox!


Brendan Eich, ex-CEO de Mozilla, que criou e mantém o navegador Firefox, foi obrigado a renunciar ao cargo por apoiar a verdadeira definição de matrimónio: a união legal entre um homem e um mulher.


Eich doou mil dólares a uma campanha para proteger a definição de matrimónio na Califórnia.

Grupos LGBT publicaram a informação e pediram que a direcção da Mozilla demitisse Eich.

A Mozilla cedeu à pressão do grupo LGBT e forçou Eich a renunciar.

Mozilla será agora #NoZilla.


Desinstale o seu Firefox.

Se eles não nos querem, nós também não os queremos.


Assine agora a petição e participe
do boicote #NoZilla:


Além do pedido de assinatura da campanha, incluímos no texto da petição as instruções para você desinstalar o aplicativo do seu computador. Mais de 18.000 pessoas já se somaram à campanha.

O movimento LGBT quer instaurar uma «inquisição gay».

Querem calar qualquer tipo de manifestação contrária às suas propostas políticas, ao mesmo tempo em que se apresentam como defensores da democracia e da liberdade.

Por favor, assine a campanha e divulgue-a para a sua lista de contactos!



Muito obrigado.

Guilherme Ferreira e toda a equipa de CitizenGO





Evocação de Portugal na I Grande Guerra


John Maynard Galamba


João Miguel Tavares, Público, 01/04/2014

O keynogalambismo consiste em permanecer firmemente keynesiano mesmo sem ter dinheiro para investir.

No sábado, João Galamba assinou um texto no PÚBLICO intitulado A joão-miguel-tavarização da opinião?, em resposta a um artigo meu que apontava certas incoerências na forma como os deputados Galamba 2010 e Galamba 2014 encaravam o peso da dívida nas contas públicas. João Galamba, contudo, garantiu que os deputados são um só, que não existe qualquer incoerência e que eu o descontextualizei. Indignado, deixou uma mensagem no Twitter: «Fico à espera do pedido de desculpas do escriba do PÚBLICO.»

E aqui estou eu, em atitude de humilde penitente, prontíssimo para me arrepender, agora que João Galamba me introduziu a uma nova doutrina económica, que me atrevo a chamar «keynogalambismo». Foi apenas por não estar sensibilizado para o potencial desta nova área do pensamento económico que acusei Galamba 2010 de achar que a dimensão da dívida não era um entrave para o crescimento enquanto via Galamba 2014 assinar manifestos a pedir a reestruturação da dívida para o País conseguir crescer. Mea culpa, mea maxima culpa.

Temendo que outros, tal como eu, desconheçam as virtudes do keynogalambismo, permitam-me então explicar esse notável pensamento. Todos nós sabemos aquilo que o keynesianismo é: uma teoria que aconselha a combater as crises com investimento público, adoptando políticas anticíclicas como forma de estimular a economia, e que teve inegável sucesso no debelar da Grande Depressão. Infelizmente, John Maynard Keynes faleceu em 1946, mais de meio século antes de ser introduzida na Europa a moeda única, que nos levou as máquinas de imprimir dinheiro e, com elas, esse instrumento tão apreciado pelos políticos chamado «inflação». Ora, é aqui que entra o keynogalambismo.

O keynogalambismo consiste em permanecer firmemente keynesiano mesmo sem ter dinheiro para investir. Como? Utilizando um poderoso instrumento económico para combater a crise, que Keynes, por manifesta desatenção, se esqueceu de citar na Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda: gritar imenso com os outros por estarem a ser maus para nós. Através de numerosas queixas, esgares e manifestos, o keynogalambismo propõe continuar a investir à bruta, mesmo que em caixa só já restem 300 milhões de euros (números de Durão Barroso).

O João Galamba em pose de inteligente,
sem, contudo, se ver o brinquinho.

A lógica interna do keynogalambismo é esta: 1) pedimos dinheiro, porque precisamos de nos endividar; 2) não pagamos esse dinheiro, porque nos endividámos; 3) protestamos, por não nos deixarem endividar mais. Vale a pena dar a palavra ao autor, que explica isto admiravelmente: «O problema da nossa dívida não é o facto de ser elevada, mas sim o facto de que, no contexto do Tratado Orçamental, e quando pagamos cerca de 4,5% do PIB em juros, a única maneira de cumprir as nossas obrigações europeias sem voltar a cortar salários, pensões, saúde, educação e investimento público é reestruturar a dívida.» Ou seja, o problema da nossa dívida não é o facto de ser elevada, mas o facto de não a conseguirmos pagar. Brilhante.

Em resumo: Galamba 2010 acha que a dívida não é o cerne da questão; Galamba 2012 vota favoravelmente (embora contrariado) um Tratado Orçamental onde o pagamento da dívida é o cerne da questão; Galamba 2014 acha que não pagar a dívida é o cerne da questão. Confesso que isto, à primeira vista, me pareceu incoerente. Mas agora, que finalmente penetrei no keynogalambismo, vejo o quanto estava errado. As minhas desculpas aos três Galambas.





segunda-feira, 7 de abril de 2014

Isto é a Rússia


Conheça as «crianças-soldado» russas. Há clubes de treino militar, na Rússia, especialmente dedicadas a crianças com idades a partir dos cinco anos.

Algumas crianças russas são encorajadas a usar armas reais. Os «Berkut», clubes militares, treinam crianças russas que sonham vir a pertencer às unidades de elite do exército russo e lutar sob o comando de Vladimir Putin.

Crianças a partir dos cinco anos são enviadas para praticar marchas militares, treino de combate com armas e homem para homem. Com 12 anos, aprendem também a disparar metralhadoras Kalashnikov e outras armas de combate. As outras actividades incluem paraquedismo, queda livre e escalada.

O clube apela aos pais russos para não esperarem que os filhos se tornem drogados ou alcoólicos e os alistarem logo. O clube, formado na era soviética, oferece um curso de jovem paraquedista, que inclui várias disciplinas militares e de desenvolvimento físico.


Ver 10 fotos na fotogaleria em:






domingo, 6 de abril de 2014

Há 40 anos, a desastrosa intentona das Caldas


Heduíno Gomes

Há 40 anos, em 16 de Março de 1974, inspirados pelo narcisista, oportunista, carreirista e traidor Spínola – e igualmente um bronco político –, que pretendia à viva-força ser Presidente da República mesmo pondo em causa a estratégia nacional e a defesa do Ocidente, um  grupo de oficiais por ele arregimentados levou a cabo uma intentona contra o Governo Nacional.

As poses de Spínola.


Nesse dia as coisas recompuseram-se mas este golpe foi o rastilho para, a 25 de Abril, o grande desastre nacional.

Quem quiser conhecer a natureza de traidor de Spínola – para além da sua conhecida incompetência política –, pode ler o livro de Marcelo Caetano Depoimento. Aí tudo está explicado sobre as manobras do traidor, a sua falta de palavra, a sua ambição pessoal e a sua incompetência política e estratégica.


Aqui fica o comunicado oficial do Governo sobre o golpe das Caldas.

Na madrugada de sexta-feira para sábado, alguns oficiais em serviço no Regimento de Infantaria 5, aquartelado nas Caldas da Rainha, capitaneados por outros que nele se introduziram, insubordinaram-se, prendendo o comandante, o segundo comandante e três majores e fazendo em seguida sair uma Companhia autotransportada que tomou a direcção de Lisboa. O Governo tinha já conhecimento de que se preparava um movimento de características e finalidades mal definidas, e fácil foi verificar que as tentativas realizadas por alguns elementos para sublevar outras Unidades não tinham tido êxito. Para interceptar a marcha da coluna vinda das Caldas foram imediatamente colocadas à entrada de Lisboa forças de Artilharia 1, de Cavalaria 7 e da GNR. Ao chegar perto do local onde estas forças estavam dispostas e verificando que na cidade não tinha qualquer apoio, a coluna rebelde inverteu a marcha e regressou ao quartel das Caldas da Rainha, que foi imediatamente cercado por Unidades da Região Militar de Tomar. Após terem recebido a intimação para se entregarem, os oficiais insubordinados renderam-se sem resistência, tendo imediatamente o quartel sido ocupado pelas forças fiéis, e restabelecendo-se logo o comando legítimo. Reina a ordem em todo o País.





sábado, 5 de abril de 2014

Bolsas de doutoramento para «estudos» «lésbicos»?



Petição dirigida ao presidente da FCT
(Fundação para a Ciência e a Tecnologia).

Pedindo explicações sobre mais este abuso financeiro do gangue dos invertidos.


Eis  o link para assinar: